Fenômenos Paranormais em Oak Island

A busca pelo suposto tesouro enterrado em Oak Island, na Nova Escócia, no Canadá, se mostra tão cheia de armadilhas, que alguns já perderam a vida nesta aventura. Os misteriosos obstáculos fazem muitos pensar que o tesouro é amaldiçoado e que, na realidade, ele foi enterrado ali para “ser deixado em paz”.







As lendas de maldições sobre a ilha existem desde que um grupo de adolescentes descobriu um buraco que levaria a um tesouro, em 1795. Segundo se conta, os rapazes foram atraídos por três luzes fortes ao chamado “poço do dinheiro”. Desde então, muitos já tentaram desvendar este enigma.


Os irmãos Rick e Marty Lagina, que atualmente tentam desvendar os mistérios da ilha, chamaram um grupo de pesquisadores paranormais que registraram atividades muito estranhas em Oak Island. Eles afirmam que o local tem um “energia” assustadora, em especial em algumas árvores do pântano. O grupo também registrou uma intensa atividade eletromagnética na ilha que ainda não pode ser explicada. Lendas da região dizem que os corvos do local são possuídos pelas almas dos escravos que construíram os buracos do tesouro e que há fantasmas de soldados das tropas britânicas na região, além de almas penadas de pessoas que foram assassinadas por piratas. Registros de barulhos estranhos também são comuns na ilha.


Além disso, há ainda a hisória do eremtida Dan Henskee, que busca o tesouro de Oak Island há mais de 40 anos. Na opinião dele, a ilha realmente é assombrada e está sob uma maldição. Ele mesmo disse ter passado por uma experiência paranormal por ali no ano de 1973. Depois de sofrer com uma série de pesadelos, um dia Dan disse que sentiu como se estivesse possuído pela alma de um padre e que experimentou a sensação da morte dessa pessoa, que teria sido degolada. Apesar de todas essas histórias de fantasmas e assombrações, a busca pelo tesouro fala mais alto para estes caçadores, que irão enfrentar fantasmas e colocar maldições à prova para desvendar o enigma de Oak Island.


Fonte: History



TARCÍSIO EM AÇÃO/ DANCINHA DA JANJA/ PUTIN ROMPE ACORDO - OESTE SEM FILTRO - 21/02/2023


 

Contra juízes ‘ativistas de esquerda’, Israel propõe reforma do Judiciário

As mudanças permitiriam que uma maioria simples de legisladores revertesse as decisões da Suprema Corte

                         

ESTE É UM ASSUNTO QUE AS PESSOAS NÃO QUEREM PENSAR, MAS NO QUAL DEVERIAM PENSAR SERIAMENTE – João 14:6


A questão é o que acontece quando você não está mais vivo? 

Jesus nos disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por Mim.” (João 14: 6) 

A morte é inevitável, mas a maioria das pessoas dão pouca atenção a essa realidade até que seja tarde demais. Agora, ao ler isso, é o momento de pensar seriamente sobre o que segue à nossa existência terrena, enquanto ainda temos a oportunidade de tomar uma decisão que afetará nosso destino final. II Coríntios 6:2 nos diz que “agora é a hora do favor de Deus, agora é o dia da salvação.” 

Temos de realizar que esta vida não é tudo o que existe, já que a eternidade espera todos nós. Alguns viverão eternamente na presença de Deus, mas a alternativa é experimentar o tormento eterno e para sempre estar separado Dele. Se recebermos Jesus como Salvador, nossa penalidade pelo pecado é paga, somos adotados na família de Deus, e o céu é nosso lar eterno. Mas se suprimirmos a verdade e rejeitarmos Jesus, permaneceremos alienados de Deus, sob condenação por nosso pecado e destinados à agonia sem fim. Jesus disse a Nicodemos “quem Nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” (João 3:18). 

Infelizmente, vários pregadores instruem seu rebanho que há muitos caminhos para chegar ao céu, mas não é isso que as Escrituras ensinam. Elas ensinam que há apenas um caminho, através do Senhor Jesus Cristo (João 14:6). 

Consequentemente, o que acontece quando morremos depende do que acontece antes de morrermos. A Bíblia classifica toda a raça humana em duas categorias, os salvos e os perdidos. Os salvos são aqueles que confiaram em Jesus Cristo como Salvador e fizeram Dele o Senhor de sua vida. Os perdidos são aqueles que não o fizeram. Portanto, o que acontece com os salvos é radicalmente diferente do que acontece com os perdidos. 

Quando os salvados morrem, eles vão diretamente para a presença do Senhor. Como Jesus disse ao ladrão na cruz: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lucas 23:43). Esta é uma promessa direta de que, no momento da morte, o ladrão arrependido passaria de sua vida de crime e de sua morte agonizante na cruz para o reino chamado “paraíso.” 

Paulo nos diz em 2 Coríntios 5:8 que ele ficaria satisfeito por estar ausente do corpo e estar presente com o Senhor. O que isso significa é que, no momento que um crente morre, a alma vai estar com o Senhor no céu, enquanto o corpo é enterrado até o dia da ressurreição, quando Jesus retornar nas nuvens por eles. Paulo disse aos tessalonicenses que “o Senhor mesmo descerá do céu com um brado de comando, com a voz do arcanjo e com o toque da trombeta de Deus. Primeiro, os mortos em Cristo ressuscitarão. Depois, com eles, nós, os que ainda estivermos vivos, seremos arrebatados nas nuvens ao encontro do Senhor, nos ares. Então, estaremos com o Senhor para sempre” (1 Tessalonicenses 4:16-17) . Esta é uma promessa clara de futura ressurreição corporal para o crente. 

E em 1 Coríntios 15:51-55 Paulo acrescenta o fato crucial de que nossos corpos “ressuscitarão incorruptíveis.” E uma vez que nossos corpos forem ressuscitados, estaremos com o Senhor para sempre (1 Tessalonicenses 4:17. Onde quer que Ele esteja, lá estaremos nós, regozijando-nos, louvando, cantando e celebrando por toda a eternidade. 

Jesus assegurou aos Seus discípulos que: “Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, Eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se Eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para Mim, para que vocês estejam onde Eu estiver” (João 14:2-3). 

No momento da morte, a alma entra em um novo reino enquanto o corpo é preparado para o enterro. Para o crente, o momento da morte o leva à presença pessoal de Cristo, enquanto que para o incrédulo, a morte começa uma experiência de punição consciente sem fim. Então, vamos dar uma olhada no que as Escrituras revelam sobre essa realidade. 

  • Em Lucas 16:19-31, Jesus contou de um homem rico que, após sua morte, foi para o lugar chamado Hades onde estava sendo atormentado no fogo. 
  • Marcos 9:43-48 fala do fogo que não é extinto e o verme que não morre. 
  • Apocalipse 20:11-15 descreve a cena impressionante em que os mortos não salvos são ressuscitados para presentar-se diante de Deus e receber sua sentença final de destruição e são lançados no lago de fogo onde residirão para sempre, eternamente separados da presença de Deus Todo-Poderoso. 

O lago de fogo é o destino final daqueles que não querem aceitar o dom de salvação do amor de Jesus Cristo, a menos que, por uma escolha consciente, mudem de ideia e coloquem sua completa confiança em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador antes de morrerem. 

Se você conhece Jesus e O aceitou como seu Senhor e Salvador, não tem nada a temer quando a morte bate à sua porta. A morte chega a todos nós; ela virá para você e para mim um dia desses. A morte pode ser rápida ou lenta, dolorosa ou sem dor, mas quando chegar o momento, o crente se encontrará levado ao céu, onde verá Jesus cara a cara. 

A morte não é o fim da jornada; porque, para o crente, a morte é a porta para o céu. Para o incrédulo, é uma passagem para o sofrimento inimaginável. 

Consequentemente, o que acontece quando você morre depende do que acontece antes de você morrer, então certifique-se de que você está pronto para que quando chegar a hora, você não seja surpreendido pelo resultado irreversível do que acontece a seguir. 

Atualmente, existem aproximadamente 8 bilhões de pessoas na Terra e você é uma delas, e você precisa entender que você é importante para Deus. Por que? Porque você foi criado à Sua imagem, é cuidado por Ele e, acima de tudo, amado por Ele: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). 

Jesus não é apenas o Salvador da espécie humana; Ele pode ser a solução para a sua depressão, preocupações e medos se você deixá-Lo entrar. Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele Comigo” (Apocalipse 3:20). Você precisa, no entanto, pedir a Jesus para entrar em sua vida e pedir a Ele para perdoá-lo de seus pecados e se afastar deles e começar a seguir a Sua vontade para a sua vida a cada dia. 

Então lembre-se sempre do que Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em Mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25). 

Estamos aqui para te ajudar, e caminhar com você. 

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AVISO LEGAL MVMP

FONTE:https://mvmportuguese.wordpress.com/2023/02/08/este-e-um-assunto-que-as-pessoas-nao-querem-pensar-mas-no-qual-deveriam-pensar-seriamente-joao-146/

A Besta de Gevaudan - A França aterrorizada por uma fera sanguinária


Entre os anos de 1764 e 1767 os habitantes da pequena província francesa de Gevaudan - atualmente parte de Lozere, próximo das Montanhas Margueride, foram aterrorizados por uma horrível criatura lupina que passou a  ser conhecida como La Bête du Gevaudan ou "A Besta de Gevaudan".

A criatura foi descrita como um monstro semelhante a um lobo, mas muito maior dos que qualquer lobo que já havia vagado pela região, sendo quase do tamanho de uma vaca ou de um burro. Suas patas eram dotadas de garras afiadas, a pelagem era escura como a noite, a cabeça maciça semelhante a um mastim com orelhas pequenas e retas, além de uma boca excepcionalmente grande, repleta de enormes presas. Mais do que uma aparência medonha, a criatura parecia dotada de uma maldade inerente que a impelia a matar pelo simples prazer de fazê-lo, não apenas para se alimentar ou defender.

Acredita-se que até seu reinado de terror se encerrar, a Besta de Gevaudan tenha matado algo entre 60 e 100 homens, mulheres e crianças, deixando ainda um saldo de mais de trinta feridos. Atestar a veracidade desses números, é claro, constitui uma tarefa impossível, mas ao certo se sabe que o caso realmente aconteceu e que o número de vítimas foi elevado uma vez que causou comoção em todo país, vindo a ser conhecido em outras partes da Europa.

O primeiro encontro relatado com a fera aconteceu em maio de 1764 na floresta de Mercoire próximo de Langogne na porção oriental de Gevaudan. Uma jovem que cuidava de seu rebanho de gado percebeu uma forma escura espreitando em meio aos arbustos. Ela contou que a fera saltou da mata investindo contra os animais, mas os touros conseguiram mantê-lo à distância com seus chifres. A criatura atacou por uma segunda vez lutando contra os touros, um comportamento incomum para um lobo, mas foi repelida novamente. Os animais conseguiram ganhar tempo suficiente para a mulher apavorada escapar e chegar até seu vilarejo, onde ela contou o que havia acontecido. Os homens da vila se armaram e foram até o local, encontrando alguns animais feridos, mas nenhum sinal do lobo.

Apenas um mês depois, o lobo apareceu novamente. Dessa vez o ataque terminou em tragédia, com a morte de uma menina que não conseguiu escapar da fera. O corpo da criança foi encontrado próximo a um córrego onde ela havia ido encher um cântaro de água. Ela havia sido horrivelmente mutilada e seu coração, segundo as estórias, fora devorado pela fera.  


Nos meses que se seguiram a região mergulhou em um clima de apreensão à medida que o enorme lobo negro prosseguia em sua matança, parecendo ter desenvolvido um gosto especial por mulheres, crianças e homens solitários que se embrenhavam na floresta para cuidar de seus animais pastoris. A forma como a fera atacava também era incomum para um predador, pois ele visava a cabeça se suas vítimas, ignorando os braços e pernas, áreas em que lobos tendem a se concentrar. As vítimas que não eram inteiramente devoradas ou desapareciam sem deixar vestígios, eram encontradas com suas cabeças despedaçadas ou completamente removidas de seus corpos, algo que nunca se tinha ouvido falar até então.

Em virtude do grande número de ataques e vítimas fatais, alguns começaram a suspeitar que haveria mais de uma fera, um par ou quem sabe até uma alcateia dos temíveis animais. De fato, algumas testemunhas relatavam ter avistado a fera no momentos em que ela era vista em outro lugar. Alguns também diziam ter visto o enorme lobo andando com outros animais menores que ele parecia liderar. Os relatos se multiplicavam e um estranho boato começou a se espalhar: o de que a fera seguia as ordens de um homem misterioso todo vestido de couro preto que apontava as pessoas que a fera deveria matar. Para alguns era um nobre decadente que tornava o assassinato seu esporte, para outros era o próprio diabo. 

A medida que a Besta de Gevaudan continuava a matar sistematicamente, as pessoas começaram a acreditar que por trás das suas ações havia algum componente sobrenatural. Caçadores perdiam o rastro da fera no meio da floresta, armadilhas eram ignoradas, armas pareciam negar fogo e os mateiros não entendiam como um lobo tão grande era capaz de se esquivar de todas as buscas. A habilidade da criatura em sobreviver a todas as tentativas de eliminá-la e o fato dela preferir matar mulheres parecia algo claramente sobrenatural. Os camponeses passaram a acreditar que não estavam enfrentando um simples lobo, mas um loup-garou, um lobisomenApesar de todas as providencias para aumentar a segurança erguendo cercas e acendendo tochas durante a noite, não havia sinal da fera diminuir a sua sede de sangue. 


Em outubro de 1764 dois caçadores encontraram a besta na floresta e atiraram contra ela a uma distância de apenas dez passos. Eles atingiram a criatura quase à queima roupa e conseguiram derrubá-la, mas antes que eles pudessem recarregar os mosquetes para uma segunda salva, ele se ergueu e correu para o bosque. Os caçadores juraram ter acertado a fera, mas contaram que as balas não foram capazes de matar a besta imbuída de uma resistência, obviamente diabólica. Uma vez tendo contado o que havia acontecido, organizou-se um grupo de caça que encontrou facilmente os rastros de sangue adentrando o bosque, exatamente no local em que os homens haviam alvejado a criatura. Diante da quantidade de rastros, todos acharam que seria questão de tempo até encontrarem a carcaça da fera em algum ponto da floresta. Os homens entraram na parte mais profunda da mata, onde descobriram vários corpos de vítimas até então desaparecidas, mas nenhum sinal da fera responsável por aquele massacre. Quando se preparavam para retornar, o lobo surgiu sorrateiramente, investindo contra os homens e fazendo mais quatro vítimas fatais. Os sobreviventes contaram que dispararam inúmeras vezes, acertando o alvo, mas cada vez que a besta era baleada, se levantava para atacar novamente. Aterrorizados, os homens fugiram sem olhar para traz.         

Depois disso, o pânico se instalou de vez na região. As estórias sobre as façanhas da fera se espalharam, carregadas por caçadores, mercadores e viajantes. Logo não havia um caçador na França que não tivesse ouvido falar da maligna Besta de Gevaudan. Várias beats se formaram, grupos de caçadores compostos de vários homens, a pé ou montados, armados com mosquetes potentes, longas lanças de caça e mastins farejadores. 

O chefe da milícia local, o Capitão Duhamel foi incumbido pelo próprio Rei Luis XV de encontrar e eliminar a ameaça responsável por deixar os camponeses em um estado de terror tamanho, que colocava em risco as colheitas. Duhamel organizou uma enorme grupo de voluntários formado por dezessete caçadores experientes montados à cavalo, um estoque de mais de 40 mosquetes previamente carregados e uma parelha de mais de trinta cães de caça. O grupo chacinou todos lobos que viviam na região. Segundo contas, mais de 200 animais foram mortos, mas nenhum deles se parecia com a elusiva Besta de Gevaudan.

Os caçadores espalharam armadilhas pela floresta, deixaram ovelhas em lugares acessíveis vigiados noite e dia, aguardaram e chegaram até a vestir alguns com roupas de mulher para tentar atrair a fera. Mas nenhuma dessas estratégias logrou êxito. 

Finalmente em novembro, o grupo de Duhamel avistou a  fera e a perseguiu pela floresta, mas a perdeu em uma área onde os cavalos não conseguiram adentrar. Seguindo à pé, os implacáveis caçadores não se renderam e depois de encontrar com o enorme lobo em uma clareira dispararam contra ele supostamente o alvejando repetidas vezes. Ainda assim, a fera conseguiu escapar para dentro do bosque. O grupo acreditando que o animal não poderia sobreviver a todos os ferimentos infligidos retornou a Gevaudan onde foram recebidos como heróis.    

Dias se passaram sem nenhuma notícia da fera, até que no final de dezembro, perto do Natal, mais uma mulher desapareceu. O grupo de busca localizou os seus restos terrivelmente mutilados em uma ravina: o pesadelo continuaria. A credibilidade do Capitão Duhamel caiu por terra e ele foi destituído depois que um dos seus homens de confiança quase foi linchado por uma multidão furiosa. 


Em Paris, as notícias foram recebidas com reprovação. Críticos da monarquia diziam que a fera estava fazendo o Rei de tolo e que o monarca não era capaz de cuidar da segurança de seus súditos e se livrar de um simples animal selvagem. Insuflando os rumores, alguns afirmavam que um nobre renegado estava por detrás das mortes, controlando um lobo selvagem. Para outros, o tal nobre seria o próprio lobo demoníaco, no qual se transformava nas noites de lua cheia.

Uma recompensa foi prometida para quem matasse a fera e apresentasse o seu corpo. Um emissário real viajou até a região de Gevaudan levando a notícia de que o caçador que eliminasse a fera receberia uma verdadeira fortuna. O Rei ordenou que a Fera de Gevaudan fosse morta e seus restos expostos em Paris como forma de acalmar a população.

O montante oferecido atraiu não apenas caçadores da França, como homens de todas as partes da Europa que convergiram para Gevaudan ávidos pela glória e pela riqueza. A caçada durou meses, e mais de cem lobos foram abatidos, mas nenhum deles foi reconhecido como sendo a fera responsável por aquela situação. Os habitantes locais estavam cansados da presença de tantos estrangeiros comendo a sua comida, remexendo os campos e invadindo suas propriedades. Alguns caçadores agiam de má fé tentando ludibriar as autoridades reais. Um homem chegou a apresentar a carcaça de um animal estranho e incomum, alegando que havia abatido a criatura após uma épica caçada. O mestre de caça, reconheceu os restos pelo que eles de fato eram, uma hiena, que aparentemente havia sido trazida do norte da África.     

Após a morte de duas crianças em tenra idade, o Rei comovido pela situação, contatou um normando chamado Denneval, que fora Guarda Caça de um marquês e que tinha a reputação de ser o maior caçador da França. O monarca depositou no sujeito suas últimas esperanças e prometeu a ele um título de nobreza caso fosse bem sucedido na perigosa empreitada.

Em fevereiro de 1765. Denneval chegou a região de Gevaudan acompanhado de cinco ajudantes de sua inteira confiança, sendo um deles um nativo americano que ele havia encontrado em uma expedição a colônia de Manitoba e que era famoso pelas suas qualidades como rastreador. A entourage contava ainda com um verdadeiro arsenal de 50 mosquetes militares pesados, lanças com mais de dois metros de comprimento, bestas que disparavam setas de ferro, bombas explosivas de pólvora negra, armadilhas e correntes para capturar ursos e outros equipamentos modernos. Os homens do Guarda Caça, usavam armaduras negras de couro batido e eram uma visão aterrorizante, em especial o selvagem do Novo Mundo com o cabelo moicano e pintura de guerra. Denneval vestia uma armadura de couro e metal cheia de espinhos e dizem havia matado uma loba no cio e espalhado seu sangue em todo traje. O fedor que exalava era nauseante, mas ele estava confiante de que isso atrairia a presa.

O grupo de Denneval logo ganhou a companhia do jovem Jacques Denis, um rapaz de dezesseis anos que conhecia como ninguém a floresta e que provou não estar intimidado pela tarefa e nem pela aparência do bando. Jacques explicou que desejava se vingar da fera uma vez que ela havia matado sua irmã mais velha meses antes. O rapaz havia testemunhado o horrível ataque e visto o corpo sem vida da irmã ser arrastado como um boneco para a floresta de onde jamais foi recuperado. O rapaz foi aceito na companhia dos caçadores que vasculharam cada canto da floresta. O plano de Denneval era forçar a fera para cada vez mais perto de Gevaudan a fim de fazer o abate.

Em meados de maio, o plano do Guarda Caças teve êxito, mas não da maneira que ele esperava. A fera foi atraída para a cidade, durante as comemorações da Feira da Primavera. Durante seu ousado ataque, a besta matou várias pessoas incluindo uma jovem de nome Marguerite, que estava enamorada de Jacques Denis. Furiosos, aldeões se armaram com ferramentas, paus, pedras e qualquer coisa que pudessem usar como arma para matar o monstro. Jacques e um grupo penetrou na floresta seguindo o rastro do lobo, mas acabou caindo em uma armadilha. Os homens acabaram morrendo e se não fosse a chegada providencial de Denneval e seus homens, Jacques também teria sido morto pela fera. Apesar de sobreviver, diz a lenda que os cabelos do rapaz ficaram totalmente rancos e que ele pareceu envelhecer décadas com a experiência. Pouco depois desse ataque, que teria deixado mais de doze mortos, Denneval desistiu da perseguição.

"Não há o que fazer" teria escrito ao Rei se desculpando. Ele continuou: "A fera nos iludiu a entrar na floresta a fim de atacar impunemente o vilarejo. Claramente estamos diante de algo que desafia a razão e que age impelida pelo desejo de matar. Temo que nossa presença aqui apenas a torna mais selvagem e vingativa".


Perturbados pela desistência do Guarda Caça, a maioria dos caçadores também partiram. Livre para agir impunemente, a fera prosseguiu impiedosa. Ele matou um rapaz de quatorze anos e uma mulher que carregava um recém nascido. Furioso com a carta do Guarda Caça, o Rei ordenou que Denneval fosse trazido à sua presença, mas ele escapou para outro país desaparecendo da história. Um dos conselheiros de Luis XV indicou um homem para assumir o lugar do Guarda Caça, seu nome era Antoine de Beauterne, um renomado taxidermista parisiense que havia caçado todo tipo de presa na Europa e na África.

Beauterne chegou sem estardalhaço e fez aparentemente pouco no início. Explorou a floresta, desenhou mapas e assinalou neles onde a besta havia sido vista. Em uma de suas expedições encontrou com o nativo de Manitoba que ficou para traz após a desistência de Denneval. O homem, que passou a ser chamado de Mani, ofereceu suas habilidades como rastreador.

Em 21 de setembro, Beauterne organizou um grupo de caça formado por quarenta caçadores locais especialmente escolhidos para a tarefa, e uma dúzia dos melhores cães farejadores. Unindo o seu conhecimento do terreno aos valiosos conselhos de Mani, os homens se concentraram em uma área rochosa isolada, repleta de ravinas próxima ao vilarejo de Pommier. Parecia lógico para o taxidermista que o lobo usasse esse lugar, cheio de cavernas como covil por ele proporcionar um bom esconderijo e dispor de água potável. O plano era levar a caçada até um lugar em que a fera se sentisse segura, e onde ela não esperava ser confrontada.

Logo que chegaram ao local os cães captaram um cheiro e começaram a latir como loucos. Não demorou para a besta emergir de uma caverna para investigar. Um dos homens deu alerta e Beauterne disparou seu mosquete acertando em cheio o dorso da fera. Ela ainda saltou derrubando um dos homens, mas imediatamente os outros abriram fogo crivando o lobo com tiros certeiros. Um deles teria arrancado seu olho esquerdo e se alojado no crânio. A criatura ganiu e caiu morta, mas enquanto os homens comemoravam, ela de repente se ergueu e investiu novamente com uma ferocidade sobrenatural. Uma segunda saraivada de balas foi disparada e finalmente a fera acabou tomando. O golpe final foi desferido por Mani. Armado com uma afiada machadinha o nativo saltou sobre a fera, sua arma descreveu um giro no ar e caiu pesadamente despedaçando o crânio da besta. Aproximando-se cautelosamente os homens se colocaram a golpear a carcaça com baionetas e lanças compridas até reduzi-lo a uma coisa grotesca e sanguinolenta.

Os caçadores amarraram o que havia restado da fera em um estrado e o arrastaram até Pommier. Beauterne examinou cuidadosamente os restos da fera e concluiu que se tratava de um magnífico lobo medindo um pouco mais do que 1,80 m e pesando algo em torno de 90 quilos, com uma boca cheia de presas com mais de uma polegada de comprimento. Beauterne tentou preservar a criatura a fim de levá-la até o Rei, mas apesar de seus esforços, a carcaça havia recebido muitos danos durante a caçada. Tudo o que ele conseguiu salvar foram as orelhas, os dentes e o rabo, todo o resto foi queimado e enterrado nos arredores do vilarejo.


Por mais de um ano, as coisas ficaram tranquilas em Gevaudan e a vida foi voltando ao normal. Então, na primavera de 1767 as mortes reiniciaram. Duas crianças haviam desaparecido e o corpo de uma mulher sem a cabeça foi achado em um descampado. Beauterne foi chamado para retornar a Gevaudan, mas ele afirmou que aquelas mortes não eram o trabalho de um lobo, e sim de um maníaco.

Em 19 de junho do mesmo ano, um nobre local, o Marques d'Apcher organizou a maior beate já vista para encontrar o rastro do animal. Mais de trezentos homens a pé e montados vasculharam cada centímetro do bosque. Nada foi encontrado.
   
Na época, um homem misterioso chamado Jean Chastel passava pela região. Ele era um conhecido de Jacques Denis e se ofereceu para exterminar a fera. Ao contrário dos outros ele não era um caçador experiente, mas um especialista em folclore e superstições. Chastel afirmava que o responsável pela nova onda de mortes não era um simples lobo, mas uma besta sanguinária aprisionada no corpo de um homem. A luz fazia com que a fera no interior do culpado viesse à tona com um incontrolável desejo de matar. O espírito do lobo de Gevaudan havia contaminado esse homem o transformando em um assassino. Ele era um loup-garou.

O especialista conseguiu convencer as pessoas de Gevaudan a doar objetos de prata e quando tinha o suficiente mandou derreter tudo a fim de produzir projéteis que foram abençoadas pelo pároco local. O plano de Chastel era atrair o lobisomen para os limites do bosque. Ele preparou o lugar cuidadosamente e acompanhado de Denis recitou uma série de orações. Na alta madrugada, os dois perceberam movimento na mata e ficaram alerta. De repente uma besta em forma de lobo irrompeu da floresta e avançou na direção dos dois. Chastel disparou com suas pistolas e os projéteis de prata pura vararam o corpo da besta que caiu fulminada.

Assim como a fera morta por Antoine de Beauterne essa criatura era um enorme lobo, consideravelmente maior do que os outros que habitavam a floresta. O monstro foi estripado e dentro dele encontrou-se os restos de uma criança que havia desaparecido na véspera. A besta foi embalsamada e levada de cidade em cidade para que as pessoas pudessem vê-la, em troca de uma pequena contribuição, é claro. Infelizmente para a ciência moderna, os métodos de preservação da época não eram bons o bastante e o que restou da fera acabou chegando até Paris em um estado deplorável. O fedor incomodou o Rei de tal forma que ele ordenou que os restos fossem levados de sua presença imediatamente. Há informações contraditórias a respeito do que aconteceu com a Besta então. Para alguns ela foi queimada e suas cinzas espalhadas ao vento, apesar dos protestos de Chastel. Outros dizem que a carcaça chegou a ser levada até o genial taxidermista Beauterne que restaurou a fera e a vendeu para um nobre colecionador.

Seja como for, os restos da lendária Besta de Gevaudan jamais foram recuperados, causando mais de dois séculos de controvérsia a respeito de sua real identidade. Em 1960, após estudar a transcrição de Antoine de Beauterne a respeito do processo de dissecção da fera por ele abatida, uma comissão de zoólogos concluiu que o animal descrito era realmente um lobo. Franz Jullien, taxidermista do Museu Nacional de História Natural de Paris, encontrou amostras dos dentes da Besta de Gevaudan guardadas no arquivo do Museu e as submeteu a testes, concluindo que se tratavam realmente de presas de um lobo de grande porte. Em 1979, restos de um animal empalhado foram encontrados guardados no depósito do museu em uma caixa. Segundo boatos, seriam os restos do espécime que Jean Chastel abateu com suas balas de prata. O animal foi aparentemente identificado como uma hiena nativa do Norte da África, Oriente Médio, Paquistão e Oeste da India.  

Seria a Besta de Gevaudan uma enorme hiena e não um lobo? A ideia foi contemplada entre outros pelo novelista Henri Pourrat e pelo naturalista Gerard Menatorv que propuseram a hipótese de uma hiena ter sido trazida por negociantes de naimais e uma vez recusada em um zoológico, libertada na floresta. Há ainda outra hipótese que coloca em xeque a credibilidade de Jean Chastel. Segundo rumores, o pai de Chastel possuía uma hiena em sua menageria (um termo do século XVII usadopara coleções de animais mantidos em cativeiro). Alguns pesquisadores acreditam na possibiliadde de Jean Chastel ter inventado a estória a respeito do loup-garou e usado a hiena que pertencia a menagerie de seu pai para se auto-promover.

Isso levanta a questão a respeito de quem seria então o responsável pelas mortes após Beauterne ter eliminado o grande lobo. Para alguns, Chastel ou alguém muito próximo a ele teria deliberadamente assassinato inocentes para criar a impressão de que a Besta ainda vagava por Gevaudan fazendo vítimas. Para muitos, o misterioso Chastel era um homem de moral dúbia, ganancioso e ávido por riquezas. Uma das razões pelas quais o Rei Luis XV se negou a recebê-lo foi justamente por ele ter tentado vender ao monarca, por um preço exorbitante, os restos da fera abatida. Chastel morreu em relativa obscuridade, mas não é totalmente surpreendente que alguns afirmem que ele teria se tornado um algoz da nobreza e que desempenhou o papel de perseguir nobres após a Revolução.

É claro, tudo isso é mera especulação uma vez que não há como determinar historicamente se houve mais de uma Besta de Gevaudan. O que se sabe é que o sentimento de terror que tomou conta da região entre 1764 e 1767 foi muito bem documentado na época. A população de lobos também foi drasticamente reduzida chegando praticamente a extinção por conta das caçadas empreendidas naqueles três anos.

O que levou um lobo a emergir das floresta para matar indiscriminadamente os habitantes de uma pequena província na França continua sendo um mistério. Mas um marco de pedra foi construído no local, lembrando a todos daqueles dias de medo.

Fonte:https://mundotentacular.blogspot.com/2013/11/a-besta-de-gevaudan-franca-aterrorizada.html

As vinte e duas leis do Sinédrio, que foram violadas no julgamento do Messias?

“Naquela ocasião os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás,  e juntos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo.  Mas diziam: “Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.”  (Mateus 26:3-5) 

A detenção, julgamento, condenação, sentença e execução de Jesus Cristo foi e ainda é sem precedente legal. Ele sofreu a penalidade da morte apesar que Pôncio Pilatos – a autoridade romana local – o considerou inocente.

 Messias realmente foi submetido a dois julgamentos cada um com três fases. Primeiro veio o julgamento religioso, onde a acusação era de blasfêmia, em seguida, veio o processo civil em que a acusação era o incitamento à rebelião.

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Jesus foi julgado perante um tribunal injusto, com um processo judicial apressado, que termina em uma punição severa, um julgamento não autorizado realizado por indivíduos que tomaram a lei em suas próprias mãos. Estes líderes são considerados corruptos e sem respeito a lei. Este julgamento foi precedido por uma conspiração:

“Então os principais sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no pátio da casa do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás; e deliberaram como prender Jesus a traição, e o matar. Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.”  (Mateus 26:3-5) 

A conspiração incluiu os fariseus, os anciãos do povo, os saduceus e os sumo sacerdotes. Haviam dois grupos opostos e havia uma grande amargura entre eles. Mas eles tinham uma coisa em comum; animosidade para com as reivindicações do Messias. Enquanto Jesus mantinha a Lei de Moisés, Ele se recusou a defender as tradições de ambos os fariseus ou os saduceus. Esta foi a razão pela qual Ele foi odiado por ambos os grupos. Esse ódio deu origem a uma conspiração contra o Messias, que foi liderado por Caifás, o sumo sacerdote. O plano era de apreender Jesus em segredo, longe da atenção das massas, e matá-lo antes que as pessoas se deram conta do que havia acontecido.

Mateus 26:14-16, Marcos 14:11 e Lucas 22:5 claramente declaram que os conspiradores estavam contentes quando Judas ofereceu a oportunidade de apreender Jesus. Eles rapidamente fizeram uma promessa para pagá-lo por seus serviços. O valor acordado foi de trinta moedas de prata. Judas foi pago pelo “templo” dinheiro que havia sido designado para a compra de sacrifícios. Os conspiradores nem realizaram que eles estavam realmente comprando um sacrifício com o dinheiro do templo, porque quando o Messias morreu, Ele morreu como sacrifício pelo pecado de todas as pessoas.

As trinta moedas de prata tinham significado adicional. De acordo com Êxodo 21:32 “Se o boi chifrar um escravo homem ou mulher, o proprietário deve pagar trinta moedas de prata ao dono do escravo. . . “  Assim, os líderes de Israel compararam o ministério do Messias como sendo do valor de um escravo. Mas, ao mesmo tempo, desconhecido para eles, estes líderes estavam cumprindo uma profecia do Antigo Testamento. Zacarias 11:12 claramente afirma que seu preço seria de trinta moedas de prata. Leia Zacarias 11:12-13.

No tempo do Messias, o judaísmo tinha desenvolvido muitas leis que controlavam todas as facetas da vida judaica, que nas Escrituras é referido como a tradição dos anciãos (leia Marcos 7:3-4).

Dentro deste corpo maciço de lei haviam os mandamentos que lidavam com a maneira pela qual o Sinédrio deveria conduzir um julgamento.

A principal coisa que os fariseus e saduceus tinham contra o Messias foi Sua recusa em aceitar as tradições como sendo oficias e obrigatórias. No entanto, eles mesmos eram culpados da mesma coisa pela qual eles condenaram o Messias. Na tentativa de um processo judicial apressado e morte rápida do Messias através de um tribunal injusto, eles violaram uma série de suas próprias leis.

As vinte e duas leis do Sinédrio, que foram violadas no julgamento do Messias são os seguintes:

  1. Não deveria haver nenhuma apreenção por autoridades religiosas que foi afetada por suborno: “Também não aceitarás suborno, porque a suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos.” (Éxodo 23:8)
  2. Não deveria haver nenhum procedimento criminal depois do pôr-do-sol. ((“Deixe um crime capital ser julgado durante o dia, mas suspendê-lo durante a noite.” (Mishna = a lei oral, Sanhedrin 4:1)).
  3. Nem juízes ou membros do Sinédrio eram autorizados a participar na detenção. “Depois, Jesus disse aos líderes dos sacerdotes, aos chefes dos guardas do templo e aos anciãos que tinham ido prendê-lo: Por que vocês vieram com espadas e cacetes para me prender, como se eu fosse um ladrão?” (Lucas 22:52)
  4. Não deveria haver julgamentos antes do sacrifício da manhã.
  5. Não deveria haver julgamentos secretos, só público.
  6. Julgamento pelo Sinédrio só podia ser realizado no Salão de Julgamento no recinto do Templo.
  7. O procedimento era para ser primeiro a defesa e depois a acusação.
  8. Todos podem argumentar em favor da absolvição, mas todos não podem argumentar em favor da convicção.
  9. Devia haver duas ou três testemunhas e seu depoimento tinha de concordar em todos os detalhes: (Deuteronômio 19:15)
  10. Não deveria haver nenhuma provisão para o acusado a depor contra si mesmo.
  11. O Sumo Sacerdote era proibido rasgar a sua vestidura (Levítico 21:10).
  12. As acusações não poderiam originar com os juízes. Eles só podiam investigar acusações trazidas para eles.
  13. A acusação de blasfêmia era válida somente se o nome de Deus em si foi pronunciado.
  14. Uma pessoa não poderia ser condenado somente baseada em suas próprias palavras.
  15. O veredicto não poderia ser anunciado durante a noite, só durante o dia.
  16. No caso da punião, o julgamento e o veredicto de culpabilidade não poderiam ocorrer ao mesmo tempo, mas deveriam ser separados pelo menos por 24 horas.
  17. Votando a favor da pena de morte tinha que ser feito por contagem individual iníciando com o mais novo assim que o jovem não seria influenciada pelos anciãos.
  18. A decisão unânime de culpa demonstra inocência, já que é impossível para 23 – 71 homens estar de acordo, sem ter conspirado.
  19. A sentença só poderia ser pronunciado três dias após o veredicto de culpa.
  20. Uma pessoa condenada à morte não poderia ser batida ou açoitada previamente.
  21. Os juízes deviam ser humanos e gentis.
  22. Nenhum julgamento era permitido na véspera do sábado ou num dia de festa. (A Mishna = lei oral diz: “Eles não julgarão, na véspera do sábado, nem em qualquer festival.”)                                                                                       Fonte:https://mvmportuguese.wordpress.com/2014/04/17/o-julgamento-injusto-e-corrupto-de-jesus-mateus-263-5-2/

Você entendeu errado: Chapeuzinho vermelho | Pastor Rodrigo Mocellin


 

Qual é a origem do Carnaval no Brasil?


Podemos dizer que o Carnaval é comemorado no Brasil desde a chegada dos portugueses.

O Carnaval é uma festa muito popular no Brasil há centenas de anos, mas, você sabe qual é a origem do Carnaval? Não foi no Brasil, com certeza!

Então, hoje, além de começar a pesquisar sobre as melhores ideias de fantasias para o Carnaval, você pode aproveitar e conhecer um pouco sobre a origem desta data.

É interessante perceber o quanto as festividades se transformam com o passar dos anos, e como o Carnaval no Brasil é diferente do que era antigamente, quando chegou ao país no Período Colonial.

Qual é a origem do Carnaval?

O Carnaval tem origem lá na Idade Média, só que não há uma única teoria para sua “criação” e como funcionava há tantos anos.

O que se tem ideia é que alguns dos elementos que ainda fazem parte da festa foram herdados de celebrações de povos mesopotâmicos, gregos e romanos, e que a festa era muito diferente do que é agora.

O que podemos ter mais certeza, de acordo com registros históricos, é que o Carnaval chegou ao Brasil trazido pelos portugueses, na época em que essa comemoração era marcada pelos bailes de máscaras, que eram festas elegantes da elite, junto com brincadeiras.

O Carnaval no Brasil de antigamente

Segundo os historiadores, a origem do Carnaval no Brasil remonta à chegada dos portugueses e se estabeleceu nos séculos 16 e 17 (a partir do ano 1501).

A brincadeira que se fazia para marcar a festa era chamada de entrudo, e começava alguns dias antes do início da Quaresma.

A manifestação mais tradicional do entrudo era conhecida como “molhadelas”, em que as pessoas jogavam líquidos malcheirosos umas nas outras, como urina e água suja.

Dá para imaginar que as pessoas foram se cansando de serem atacadas com líquidos fedorentos e, com o passar dos anos, as brincadeiras foram mudando.

Carnaval com samba e desfile

Foi aí, por volta do século 19, que os bailes de máscaras foram se popularizando no Brasil, principalmente entre os ricos.

Por essa mesma época, os bailes de máscaras foram se transformando em desfiles nas ruas, se aproximando mais do Carnaval que conhecemos atualmente.

A partir do século 20, o envolvimento popular com a festa contribuiu para que os ritmos da cultura africana passassem a ser mais importantes na capital carioca.

Assim, na década de 1930, o samba e os desfiles das escolas de samba tornaram-se elemento fundamental do Carnaval no Brasil.

Foi pelo sucesso das escolas de samba que começou a construção, e depois foi feita a inauguração, em 1984, do Sambódromo, o local no qual os desfiles acontecem na cidade do Rio de Janeiro.

Fonte:https://www.dicasonline.com/qual-e-a-origem-do-carnaval-no-brasil/

Cabra Cabriola

 


A Cabra Cabriola é um ser imaginário da mitologia infantil portuguesa, mas também surge no resto da península Ibérica, foi depois levada para o Brasil pelos portugueses. A Cabra Cabriola é a personificação do medo, um animal em forma de cabra, um animal frequentemente de aspecto monstruoso comedor de crianças, um papa-meninos.[1][2] No século XIX a Cabra Cabriola era tema de uma canção de embalar:

"Cabra cabriola

Corre montes e vales,

Corre meninos a pares

Tamêm te comerá a ti

Se cá chegares"[3]

A Cabra Cabriola no Piauí e Pernambuco data do século XIX e XX.

A lenda conta que a Cabra Cabriola era um animal monstruoso que comia crianças travessas. Ela invadia casas para pegar e comer as crianças que não obedeciam os pais. De acordo com a lenda no Brasil, ela cantava este verso:

Eu sou a Cabra Cabriola

Que como meninos aos pares

Também comerei a vós

Uns carochinhos de nada

No Brasil quem contava a lenda dizia que quando uma criança começa a chorar de repente, a Cabra Cabriola estava fazendo outra vítima. Quando isso acontecia, as pessoas começavam a rezar.

Fonte;wikipedia

O Brasil e a sua política pré-histórica?


O Brasil foi fundado há mais de 300 anos mas infelizmente o povo brasileiro insiste em colocar políticos que são verdadeiros fósseis nos mais diversos cargos da nossa política. 

No final de 2022 foi eleito novamente para o seu terceiro mandato Luiz Inácio Lula da Silva que é um verdadeiro dinossauro em todos os sentidos da palavra. 

Suas políticas arcaicas beiram a  terraplanismo e ele vem atacando nos últimos dias a autonomia do banco central em todos os países desenvolvidos e democráticos da atualidade não se encontra nenhum resquício de políticas comunistas pois a centralização de poder no final das contas sempre prejudica o mais pobre para que haja um progresso econômico e político e uma verdadeira mudança que de fato irá trazer benefícios para a sociedade é necessário que haja uma descentralização. 

Uma das políticas mais importantes da atualidade é a importância da autonomia do banco central, política é essa que é atacada fortemente pelo petista que segue com suas políticas pré-históricas.