Abdução Alienígena - Aterrorizantes casos de sequestros por extraterrestres no Brasil

 


O fenômeno de abdução alienígena é uma parte muito particular da ufologia. Existem inúmeros relatos ao redor do mundo sobre indivíduos sendo capturados, transportados e submetidos aos caprichos de entidades além da nossa compreensão. Muitos destes encontros são bastante estranhos e bizarramente detalhados. No Brasil temos uma seleção de incidentes envolvendo abduções realizadas por criaturas não-humanas.

Em uma noite de junho de 1967, cinco homens saíram para pescar em um lago isolado na região de Morro Branco no interior do Ceará. A noite começou bastante pacífica, mas a certa altura o silêncio noturno foi interrompido por um zumbido que se tornou tão intenso a ponto de causar incômodo. O som por vezes cessava, mas sempre recomeçava minutos depois. O grupo voltou para a margem e lá descobriu que o ruído era proveniente de uma colina próxima. A seguir, viram vários feixes de luz brilhando por trás da colina como se fossem holofotes. Aquilo era muito estranho e o grupo decidiu arrumar suas coisas e ir embora, mas então a situação começou a ficar ainda mais esquisita.

Um dos amigos parou de repente, sacou um revólver que havia trazido, apontou para os outros e ordenou que subissem o morro de onde vinham aqueles misteriosos ruídos e luzes. A princípio todos pensaram que ele estava apenas brincando, mas o sujeito disparou um tiro de advertência para o ar e disse-lhes que falava muito sério. Disse ainda que mataria qualquer um que não o obedecesse. A essa altura, perceberam que o homem com a arma estava em uma espécie de transe - como se fosse controlado. A situação era surreal e assustadora a ponto deles não terem outra opção senão obedecer. 

Enquanto escalavam a colina, o homem com a arma parava esporadicamente para gritar para um grupo invisível que eles estavam a caminho. Ao chegarem ao topo da colina, o grupo avistou a fonte daquele estranho zumbido. A pesquisadora de OVNIs Irene Granchi que recolheu o testemunho em seu livro "Abduções Alienígenas no Brasil" relatou o acontecimento da seguinte forma:


"Ao chegar ao topo da colina, o grupo se deparou com enorme objeto que pairava a cerca de dez metros acima do solo. Era redondo, fosforescente, num tom de verde e tinha aletas saindo de cada lado. Media aproximadamente 5 metros de altura. No alto, via-se uma escotilha quadrada de onde surgiram luzes multicoloridas. A luz que ele emitia era tão forte que quase os cegava. Havia uma espécie de cilindro com cerca de um metro e meio de largura pendendo da base do objeto, indo até o chão. Todos ficaram apavorados com a estranha visão, mas não conseguiram reagir.

De repente a visão ficou desfocada e todos perderam a consciência, acordando deitados em mesas acolchoadas. Os homens estavam todos deitados nessas camas sem entender como haviam chegado ali. Ouviu-se uma voz, que aparentemente vinha de uma lâmpada no teto, que tilintava e ecoava dentro da cabeça de cada um deles. Essa voz misteriosa disse a eles para ficarem calmos e não terem medo, o que estranhamente ajudou a suportar o terror que sentiam. Olhando ao redor, eles viram que a sala era desprovida de janelas ou portas, completamente branca, e com paredes lisas que emanavam uma luz suave. Numa parede havia um "painel cheio de pequenas linhas cruzadas em posição paralela ou oblíqua". Quando os homens pediram às entidades invisíveis que se mostrassem, a voz recusou, afirmando que eles eram muito diferentes dos humanos e que a revelação poderia ser chocante. 

A voz também explicou que haviam seis deles naquele lugar, que estes eram exploradores vindos de um lugar muito distante e que haviam controlado um deles usando "ondas mentais". A voz advertiu para que eles não reagissem e assegurou que todos seriam libertados. Depois disso, eles não lembram o que aconteceu, simplesmente acordaram na mesma colina onde haviam sido capturados na manhã seguinte. Oito horas haviam se passado sem que eles lembrassem. Alguns objetos pessoais haviam desaparecido, incluindo a arma com a qual seu amigo os havia ameaçado, mas eles não estavam feridos.

Nos meses seguintes, os amigos começaram a recordar alguns detalhes de sua experiência, entre eles situações estranhas em que sangue, amostras de pele e cabelo foram coletadas. Nenhum deles apresentou qualquer ferimento físico, mas as lembranças fragmentadas do ocorrido causaram na maioria um trauma difícil de ser superado.


Outro curioso caso de abdução ocorreu na tarde de 4 de maio de 1969, quando um policial militar de 24 anos chamado José Antonio da Silva estava passando de carro por uma área rural próxima do município de Bebedouro, Minas Gerais. Ele percebeu um súbito clarão vindo da mata e foi verificar acreditando se tratar de um carro acidentado. Deparou-se com um objeto voador que pairava numa clareira a pouco mais de 3 metros de altura. Ainda assustado por essa visão ele tentou voltar para seu veículo quando sentiu uma forte tontura que o fez cambalear e cair. Lutando para se manter consciente ele viu duas figuras do tamanho de crianças se aproximando. Elas estavam vestidas com trajes brilhantes e usavam capacetes.

Silva não lembra exatamente o que aconteceu em seguida, recordando-se apenas de ter acordado no interior de uma sala imaculadamente branca. Ele estava preso a uma espécie de maca mantida na posição vertical. Sentia-se muito fraco, como se tivesse sido de alguma forma drenado de suas energias. Os dois seres tiraram seus capacetes revelando rostos afilados com enormes olhos pretos sem pálpebras. Não possuíam cabelos, nariz ou orelhas, enquanto a boca era pouco mais que um traço. Naquele lugar eles não vestiam roupas e seus corpos eram frágeis e esguios, com uma coloração branca acinzentada.

Esses estranhos tagarelavam entre si em uma língua sussurrante e não pareciam compreender as palavras de José Antônio que protestava e exigia ser libertado. A seguir, outro ser, dessa vez uma versão mais alta da mesma raça, surgiu. Este era aparentemente o líder deles, e usava gestos para se comunicar. Silva foi alimentado com um líquido espesso que ajudou a revigora-lo. Após esse primeiro contato, as criaturas o mantiveram lá por mais algum tempo, período em que ele lembrava acordar e dormir novamente sem conseguir saber ao certo quanto tempo se passava.


O soldado acordou em um campo a cerca de 320 quilômetros de onde foi abduzido. Ao ser encontrado estava confuso, tendo sido levado para uma delegacia como indigente pois não era capaz de lembrar sequer do próprio nome. Ele logo descobriria que haviam se passado cinco dias, embora parecesse ter transcorrido algumas poucas horas. Nesse período seus parentes e amigos o procuraram incessantemente sem sinal de seu paradeiro. Exames médicos posteriores demonstraram José havia sofrido algum tipo de envenenamento. Um exame mais criterioso revelou que seu apêndice havia sido removido, ainda que ele não tivesse marcas de cirurgia. Ufólogos acreditam que os alienígenas trataram do rapaz após ele ter sido exposto a uma dose de radiação ao se aproximar da nave.
   
O caso seguinte ocorreu em 23 de junho de 1976 envolvendo Paulo Ricardo Coutinho, de 18 anos, de Aricanduva, interior do estado de São Paulo. Ele saiu para ir a uma aula noturna, mas não retornou para casa. Uma busca policial foi iniciada, mas as autoridades só conseguiram encontrar seus livros e papéis escolares largados numa trilha que ele costumava atravessar. Três dias se passaram e a família ficava cada vez mais preocupada com seu desaparecimento. 

Uma pessoa então telefonou para os pais de Paulo dizendo ter encontrado o rapaz em uma parada de caminhões a 180 quilômetros do local onde seus livros foram achados. Paulo estava confuso no que parecia ser uma espécie de transe atordoado. Ao ser trazido de volta para casa ele começou a recuperar a lucidez e pode contar o que havia acontecido.

Paulo explicou que no dia em que desapareceu, ouviu um assobio estranho enquanto voltava para casa da aula. Quando olhou para cima, viu uma luz se movendo no céu, após o que, se descobriu paralisado, incapaz de reagir. A luz então se intensificou e ele percebeu que se tratava de um objeto arredondado que emitia um zumbido contínuo e piscava intermitentemente em azul, amarelo e vermelho. O estudante sentiu o corpo ficar leve e em seguida flutuou no ar na direção de uma comporta aberta na parte de baixo do objeto.


Após perder a consciência ele acordou em uma sala com um forte brilho azulado deitado numa mesa de metal polido. Ele lembra de sentir o corpo inteiro formigando e os pelos se arrepiando, como se houvesse uma corrente elétrica, mas ainda era incapaz de se mover. Contudo, o pior ainda estava por vir, pois uma dupla de criaturas estranhas de baixa estatura, compleição frágil e pele castanha se aproximaram e começaram um exame extremamente invasivo e doloroso. Paulo se recordava do horror que sentiu a medida que os seres usaram estranhas ferramentas cirúrgicas para perfurar, cortar e recolher amostras de seu corpo. Paulo disse ter perdido a consciência várias vezes, mas as memórias daquela tortura começaram a retornar nos dias seguintes na forma de pesadelos que o deixavam paralisado.

Um exame físico realizado posteriormente revelou que ele tinha estranhas cicatrizes no corpo, havia perdido dois dentes que aparentemente foram extraídos e duas unhas. Segundo ele, o material foi colhido pelas criaturas junto com sangue e sêmen. As criaturas não falaram com ele em momento algum e não prestaram qualquer explicação do que estava acontecendo. Após perder a consciência ele acordou em um descampado, com frio, exausto e confuso.

Passando para mais um caso bizarro, temos um relato colhido em 15 de setembro de 1977, na cidade do Rio de Janeiro. Um motorista de caminhão chamado Antônio Marcio Rubio estava voltando para casa quando avistou um objeto bastante estranho em forma de disco pousado em um descampado. A coisa media pelo menos 20 metros de comprimento e emitia uma luz pulsante alaranjada. Antonio achou que se tratava de um veículo que havia se acidentado e parou para olhar de perto. Ele desceu do veículo e se aproximou cautelosamente tentando encontrar uma porta no veículo. Quando tocou a superfície metálica do objeto recebeu uma descarga elétrica que atravessou seu corpo fazendo com que ele perdesse a consciência.

Rubio acordou em uma sala branca imaculada, preso a um estranho aparato de metal que emitia um som de estática. Estava nu, imobilizado e sentindo seu corpo inteiro tremendo de frio. Quatro seres de aparência estranha, com baixa estatura, olhos grandes e escuros e braços muito finos se aproximaram para examiná-lo. O motorista disse que as criaturas projetavam palavras em sua mente, como por telepatia, e que tentavam acalmá-lo dizendo que ele não seria ferido. Os seres realizaram uma série de exames físicos e fizeram várias perguntas. Ele disse que perdeu os sentidos várias vezes após receber choques elétricos que o faziam tremer e saltar na maca.


O motorista reapareceu dois dias depois próximo da fronteira com o Espírito Santo, cerca de 220 quilômetros de onde seu caminhão foi achado abandonado na beira da estrada. Ele tinha queimaduras na mão condizente com um forte choque elétrico, além disso, as unhas dessa mão caíram e nunca voltaram a crescer. Ele começou a lembrar gradualmente de sua experiência traumática e foi entrevistado várias vezes sempre repetindo a mesma história. Paulo aceitou passar por sessões de regressão e hipnose nas quais relatou sempre a mesma história, demonstrando uma reação emocional equivalente a stress pós-traumático que precisou de tratamento psicológico.

Por fim, temos o estranho caso de Luis Carlos Serra, de 16 anos, da cidade de Penalva, no estado do Maranhão. Em 24 de março de 1978, Luis estava voltando para casa depois de um jogo de futebol quando ouviu um som alto e viu uma luz brilhante acima das árvores. Antes que pudesse entender o que havia visto, algo o paralisou como um raio fulminante. Ele então começou a subir no ar em direção a um objeto redondo abobadado pairando sobre as árvores. Dois de seus colegas que vinham mais atrás chegaram a testemunhar a impressionante cena e correram para buscar ajuda. Quando retornaram cerca de 20 minutos depois, o veículo havia desparecido junto com seu colega.

Luis se recorda de ter sido recebido por três homens calvos com pele muito pálida e olhos azuis. Eles vestiam roupas estranhas parecidas com macacões prateados de astronauta e falavam um idioma que ele era incapaz de compreender. Em seguida o conduziram até uma outra sala com estranhos aparelhos que piscavam e zumbiam. O ataram numa cama e tentaram forçá-lo a beber uma mistura amarga que ele se negou a engolir. Irritados os seres enfiaram uma espécie de mangueira em sua garganta e o obrigaram a beber a substância que o fez perder a consciência. 

Três dias depois, alguns pescadores o encontraram desmaiado na beira de um rio e o levaram a um hospital. Os médicos que o examinaram disseram que ele permaneceu catatônico com os membros rígidos a ponto de não poderem ser flexionados. Verificou-se também que sua cabeça havia sido raspada e que o cabelo parecia ter sido queimado. Encontraram ainda marcas arroxeadas no tórax que não pareciam ter sido produzidas por qualquer instrumento médico conhecido. Quatro de seus molares haviam sido removidos e ainda sangravam. Durante todo o exame, Luis permaneceu catatônico, e os médicos não conseguiram descobrir o que havia de errado com ele. 


Apenas uma semana depois, quando recuperou os sentidos e lucidez, Luis foi capaz de relatar sua história profundamente estranha. Os amigos que haviam testemunhado a abdução prestaram depoimento e descreveram em detalhes o veículo que levou Luis, descrição idêntica a que ele forneceu posteriormente. O caso atraiu a atenção do jornalista e ufólogo norte-americano Bob Pratt, que descreveu a abdução do jovem como uma das mais detalhadas investigadas por ele. Pratt chegou a entrevistar pelo menos 20 pessoas em Penalva que afirmaram ter visto o estranho objeto deixando uma trilha de fogo no céu naquele mesmo dia. O caso recebeu grande destaque na comunidade ufológica internacional e é uma das abduções mais estudadas do período. 

Casos de abdução e relatos sobre experimentos sofridos por humanos nas mãos de seres estranhos são uma parte importante da ufologia. Especialistas acreditam que seres extraterrestres costumam viajar para a Terra e coletar espécimes nativos para a realização de análises e experimentos. Não parece haver um critério para a escolha das pessoas abduzidas, o que leva a crer que estas são capturadas ao acaso, geralmente em um local ermo e deserto. As descrições quase sempre mencionam salas "iluminadas", "brancas imaculadas" ou "muito claras", onde os experimentos tem lugar. Os seres envolvidos também são frequentemente descritos como curiosos e com uma conduta que lembra a de cientistas ou médicos. Os instrumentos médicos/cirúrgicos usados variam muito, mas um ponto em comum é a noção de que amostras são colhidas para análises.

Com todos esses relatos, só nos resta imaginar o que poderia estar acontecendo. Estaríamos sendo capturados por seres alienígenas que nos analisam como animais para algum tipo de experimento ou teste? E se a resposta for sim, quais os objetivos destes testes misteriosos? Haveria conhecimento ou ajuda do governo? Existiria algum consentimento ou acobertamento de tais atividades?

Enquanto a resposta não surge, tudo o que podemos fazer é observar os céus com preocupação.

Fonte:mundotentacular

Prisioneiros das Algas - Os Mistérios do lendário Mar de Sargaços



O Mar de Sargaços é uma estranha e única criação da natureza. Por muitos anos esse lugar inóspito tem assustado e fascinado as pessoas. Ele é composto por uma vastidão marítima medindo aproximadamente 1130 quilômetros de largura por 3200 quilômetros de comprimento, localizado no Atlântico Norte, próximo do Mar do Caribe. O mar não possui nenhum litoral expressivo mas é limitado por correntes marinhas em todos os seus lados. A Ilha de Bermuda fica em sua fronteira ocidental e constitui sua única massa expressiva de terra.

Com diferentes correntes submarinas, esta área se diferencia das correntes frias que predominam no Atlântico Norte, possuindo trechos quentes e estáveis. Além disso, a área é submetida a temperaturas atmosféricas elevadas, longos períodos de sol e ventos amenos. Essas condições específicas fazem com que o trecho seja único por uma característica notável: a enorme concentração de algas marinhas. A vegetação forma um espesso tapete na superfície e recobre tudo. Esta vegetação de coloração castanha-esverdeada é conhecida como Sargassum e é ela que dá nome ao mar.

Embora o Mar de Sargaços seja incrivelmente calmo, um giro subtropical, uma espécie de sistema de rotação de correntezas se forma abaixo dele. Como resultado o mar inteiro formado pelo tapete de algas realiza um movimento contínuo de rotação em sentido horário. Entretanto, ele é tão lento que parece estático visto da superfície. 

O primeiro navegador a  registrar a existência do Mar dos Sargaços provavelmente foi Cristóvão Colombo em 1492, em sua viagem que resultou na descoberta do Novo Mundo. Ele anotou em seus diários a dificuldade de atravessar a área mergulhada em calmaria e densa vegetação marinha.


Coube aos portugueses o pioneirismo de explorar o Mar de Sargaços em meados do século XV. Ao se deparar com o local, os marinheiros acharam que haviam atingido os limites da borda do mundo e se perguntaram se ele não seria realmente chato. Temiam navegar através daquela superfície verde limosa que poderia ser o esconderijo de monstros, criaturas desconhecidas e outros terrores ocultos. As âncoras de sondagem revelaram que o mar era bastante profundo, diferente dos locais onde proliferam as algas, geralmente bem rasos. Eles temiam também que não houvesse saída e que ficassem eternamente presos naquele lugar. Superar a falta de vento sempre foi um desafio no Mar de Sargaços e em tempos no qual se dependia quase que exclusivamente do vento para impulsionar as embarcações, a calmaria do local constituía um problema considerável. Muitas tripulações precisavam remar através dele, um exercício ingrato em meio às algas que pesavam nos remos.

Os supersticiosos homens do mar acreditavam que o Sargassum era responsável por conter os navios, agarrando-se às embarcações e não permitindo que elas se movimentassem livremente. Eram como mãos invisíveis nas profundezas, agarrando e retendo os barcos. Muitos acreditavam que ficar preso no Mar de Sargaços constituía um risco mortal não apenas no sentido de se verem presos indefinidamente, mas por que alguns juravam que o lugar fazia mal para os sentidos e a própria razão. Havia algo no ambiente insalubre e coberto de algas que afetava o discernimento dos marinheiros (ou assim pensavam). Aqueles que permaneciam estagnados por mais de uma semana arriscavam sua sanidade.

Talvez não estivessem totalmente errados! O Mar de Sargaços é acometido de temperaturas altíssimas, de uma secura absoluta e de um cheiro salobro característico bastante desagradável. A decomposição das algas produz um fedor hediondo, sobretudo quando o sol está à pino. As algas também dificultam a pescaria e os animais que vivem nessas águas não são próprios para o consumo. Em resumo, você não quer estar em um lugar como esse por mais tempo que o necessário. 

Não faltam lendas sobre o Mar de Sargaços e entre os marinheiros ele é fonte quase inesgotável de histórias perturbadoras. É claro, uma das lendas mais fantásticas menciona os monstros que habitam as profundezas desse lugar ermo. São descritos como seres humanos cobertos de algas e musgos, nadando sob o tapete de Sargassum, vindo à superfície apenas para espiar por um momento ou então puxar os vivos para o fundo. Presume-se que eles sejam os espíritos de marinheiros que morreram afogados ou que enlouqueceram nesse trecho ermo do Atlântico. Também há a teoria de que eles seriam homens que enlouqueceram após beber dessas águas impuras e que cometeram suicídio. Além dos Homens de Algas, há histórias sobre serpentes marinhas, gigantescos cefalópodes e caranguejos de dimensões titânicas que devoram a carne dos homens do mar. 


Uma história supostamente real envolve o local conhecido como Horse Latitudes (Latitudes Equinas) uma área que fica entre os meridianos 30 e 35 exatamente dentro do mar. Ela recebeu esse nome  por conta de um lendário incidente envolvendo uma expedição espanhola que transportava cavalos para o Novo Mundo. Uma vez que as embarcações ficaram presas no Mar de Sargaço, a tripulação decidiu lançar os cavalos ao mar por não ter como alimentá-los. Mais de 100 animais teriam sido atirados na água e afundaram como pedras. Dizem as lendas que embarcações passando por esse trecho por vezes ouvem o som de cavalos relinchando e de animais em desespero.

Na tradição náutica, o Mar de Sargaços é o proverbial "Cemitério de Navios Perdidos” e tem sido discutido e evitado por marinheiros desde os tempos antigos.

Na ficção, a região se tornou pano de fundo de histórias sobre mistérios e horror a partir do final do século XIX com o conto In Sargasso (1896) de Julius Chambers e In the Sargasso Sea (1898) de Thomas A. Janvier. Algumas ideias sobre o Mar de Sargaços se sedimentaram em 1896 graças a Janvier que escreveu um romance dramático sobre a região, no qual descreve o mar como um emaranhado impenetrável de ervas daninhas agarradas firmemente aos restos de navios de todas as idades, de galeões espanhóis a embarcações modernas.

O tal "Emaranhado impenetrável" se tornaria uma “fronteira” sobrenatural por intermédio de William Hope Hodgson, que publicou uma coleção de contos fantásticos entre 1906 e 1920. Em “From the Tideless Sea” (1906), o narrador de Hodgson descreve os horrores de estar preso no coração do terrível Mar de Sargaços - o "Oceano Sem Marés do Atlântico Norte". O protagonista, um náufrago preso a um mastro, vê-se atordoado diante de um horizonte interminável de ervas daninhas - uma vastidão silenciosa e traiçoeira de limo hediondo!


No mundo real as coisas não são exatamente como na ficção. Não espere encontrar um cemitério de velhas embarcações agarradas às algas e cobertas por elas - essa é meramente uma invenção que para muitos se tornou um fato. Contudo, é inegável que o Mar de Sargaços constitui uma estranheza difícil de explicar e enervante de navegar. 

O local foi integrado à ficção científica no início dos anos 1930.

A identificação explícita do Mar dos Sargaços com o Continente de Atlântida começou com os trabalhos "Lendárias Ilhas do Atlântico de Babcock" (1922) e "Atlântida na America" (1925) de Lewis Spence. O autor atribui a descrição do Filósofo Platão à respeito de águas atlantes pós-cataclismo como "inavegáveis" as "águas mortas de um Mar de Algas". O vasto corpo de água abrange toda a área da ilha de Antillia de Spence, bem como a parte sul de sua Atlântida.

A conexão entre o Continente perdido e o Mar de Sargaços foi presumida pelo famoso escritor, folclorista, teórico e profeta Edgar Cayce, que mencionava em seus textos que a mítica Atlântida estaria próxima do Mar de Sargaços e que este se formou quando ela foi para as profundezas. Segundo ele, o Mar era uma prova da existência de Atlântida. 

Em palestras realizadas na década de 1930, Cayce descrevia as causas e os efeitos da destruição da Atlântida e o surgimento do Mar de Sargaços:

"Os augustos habitantes de Atlântida trouxeram à mente do homem as forças que se manifestavam pela associação mais próxima do mental e do espiritual. Eram forças científicas que lhes garantiam amplos poderes sobre o mundo que os cercava. Eles desenvolveram o uso de tecnologias notáveis: o uso dos gases, da transformação de elementos, e a elevação dos poderes do próprio sol, também empregaram a desintegração do átomo. Mas em algum momento, a tecnologia deles provocou a destruição naquela porção de terra onde viviam. E disso resultou um desastre de grandes proporções cuja evidência hoje é representada pelo Mar dos Sargaços."


Nas controversas teorias de Cayce, que encontraram enorme aceitação na década de 1930, a Civilização da Atlântida era incrivelmente avançada, com uma tecnologia superior à dos homens em seu tempo. Ele defendia que a destruição do Continente teria ocorrido em função do uso de uma tecnologia desconhecida que se mostrou perigosa. Os sobreviventes da destruição de Atlântida teriam deixado sua Ilha Submersa e se dispersado pelo mundo originando as grandes civilizações do passado - babilônios, gregos, egípcios, astecas e outras seriam seus descendentes.

Mas não foi apenas Cayce quem usou o Mar de Sargaços como base para provar teorias polêmicas. Charles Fort, o controverso criador da Investigação Paranormal Moderna (chamado por seus seguidores de "Pai do Inexplicável"), defendia a existência de um “Super-Mar de Sargaço” em seu primeiro livro, The Book of the Damned (1919). Parte reportagem, parte estudo e parte literatura especulativa, o texto de Fort era um ataque contra o que ele via como arrogância das ciências tradicionais que excluíam tudo aquilo que não podiam comprovar. Fort defendia que o "Paranormal", se colocava além da Natureza, era atuante e poderoso desde o início dos tempos e que essa força era preterida pelos cientistas apenas porque eles não podiam comprová-la.

Fort usou o Mar de Sargaços como metáfora para suas teorias. Fort acreditava na existência de um Mar Invisível que seria como um tanque de retenção extradimensional, no qual as coisas apareciam inexplicavelmente (peixes caindo do céu) e no qual coisas desapareciam inexplicavelmente (como a tripulação do Mary Celeste). 

"Objetos abandonados, lixo, cargas velhas de destroços; coisas lançadas na atmosfera, objetos dos tempos dos Alexandres, Césares e Napoleões, de Marte e Júpiter; coisas levantadas pelos ciclones desta terra: cavalos e celeiros, de elefantes a insetos; folhas de árvores atuais e folhas da era carbonífera – todas essas coisas poderiam ser tragadas pelo Super-Mar de Sargaço e despejadas de tempos em tempos em nosso mundo sem que possamos compreender como e porque tal fenômeno acontece", postulava Fort.


Quanto ao Mar de Sargaço real e físico, Fort defendia que ele era a única manifestação visível desse Super-Mar de Sargaço dimensional, muito maior e muito mais misterioso. Fort realizou palestras sobre suas teorias e obteve grande fama como pesquisador devotado e também charlatão em busca de atenção. Ele pretendia realizar uma expedição ao Mar de Sargaço que tentaria provar as suas estranhas teorias, mas esta jamais aconteceu. 

Em tempos mais recentes os desaparecimentos no Mar de Sargaços e os estranhos incidentes transcorrendo em seus limites se tornaram parte das lendas sobre OVNIs. 

Muitos ufólogos de renome descrevem o Mar de Sargaços como uma zona de grande atividade ufológica. De 1968 em diante, teóricos como Charles Berlitz passaram a designar o local como área de atividade de OVNIs e OSNIs (Objetos Submarinos Não-Identificados). Os OSNIs, aliás, se tornaram os principais avistamentos no Mar de Sargaços e fonte quase inesgotável de narrativas fantásticas. Berlitz também reintroduziu a conexão original entre o Mito de Atlântida e o Mar de Sargassos lançada por Babcock em seu primeiro livro "The Mystery of Atlantis" (1969) no qual o Mar de Algas servia como referencial para comprovar certos pontos da lenda de Atlântida. Em muitas fontes é possível encontrar uma relação direta entre o Mar de Sargaço, o Mito de Atlântida e avistamentos de OVNIs e OSNIs na região. 

O Mar de Sargaços foi quase completamente desmistificado em meados do século XX, sendo objeto de repetidos estudos científicos. Expedições conseguiram explicar o porque da formação de suas algas, as razões para as correntes se comportarem da maneira como o fazem e outras questões que deixaram os primeiros marinheiros intrigados. Além disso, o apelido de "Cemitério de Navios Perdidos” há muito foi transferido para o Triângulo das Bermudas, cujas supostas propriedades sobrenaturais continuam desafiando explicações.

Hoje, ela está longe de ser um enigma, mas ainda assim, navegar por essas águas cobertas de algas ainda causa considerável estranheza. 

Fonte:mundotentacular

O Invasor dos Sonhos - Você já viu esse Homem enquanto dormia?


Algum de vocês já sonhou com essa figura aí em cima? Não? Várias pessoas em diferentes lugares do mundo dizem que já.

Em janeiro de 2006, em Nova York, a paciente de um conhecido psiquiatra desenhou o rosto de um homem que, repetidas vezes, havia aparecido em seus sonhos. Em mais de uma ocasião, o tal homem falou sobre coisas da vida privada daquela mulher. Ela nunca tinha visto aquele homem, aquele rosto. O retrato ficou esquecido na escrivaninha do médico por alguns dias até que outro paciente notou o desenho e reconheceu o rosto. Disse que aquele homem aparecia freqüentemente em seus sonhos; e também este paciente, afirmava que não conhecia aquela pessoa.

Era algo de curioso. O psiquiatra decidiu fazer cópias do retrato e enviá-las para vários de seus colegas de profissão. Por estranho que possa parecer, vários pacientes reconheceram o rosto encontrado em sonhos.

Desde a primeira divulgação, mais de duas mil pessoas, procedentes de diferentes países, reconheceram o homem porque ele esteve em seus sonhos: em Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Beijing, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Nova Delhi, Moscou etc.. Até o momento, nenhuma relação foi encontrada entre os sonhadores. Abaixo, diferentes versões do mesmo rosto, o rosto do Invasor de Sonhos.

Teorias

Algumas teorias têm sido elaboradas para tentar explicar as misteriosas aparições desse homem que entra nos sonhos das pessoas sem ser convidado pelas lembranças ou por qualquer consciência remota.

Teoria do Arquétipo ─ Fundamenta-se nas idéias do psicanalista K. G. Jung, Este homem seria uma imagem arquetípica, modelo, pertencente ao inconsciente coletivo que pode aparecer em épocas de sofrimento ou dificuldade, especialmente nas pessoas mais sensíveis.

Teoria Religiosa ─ Para alguns, this man é a imagem do Criador ou uma maneira de Deus se manifestar. Os sonhadores que acreditam nesta idéia dão grande importância ao que o desconhecido diz em seus sonhos, como se tais palavras fossem conselhos, preceitos ou profecias divinas.

Teoria do Invasor de Sonhos ─ Também chamada de Teoria do surfista de sonhos. O homem seria, então, uma pessoa real que tem o poder de entrar nos sonhos das pessoas por meio de alguma habilidade psíquica específica. Sua aparência corresponde, portanto, ao que ele é na vida real. Outros porém, acham que ele pode ser completamente diferente alterando sua aparência durante a inconsciência do Ego durante o sono. Esta teoria também considera a possibilidade de que por trás do fenômeno existe um plano desenvolvido por alguma entidade ou grupo clandestino.

Teoria da Imitação ─ Esta teoria psico-sociológica propõe que o fenômeno foi produzido casualmente e desenvolveu-se progressivamente, por imitação. O desenho que ficou na mesa do psiquiatra em Nova York, foi visto mas não notado, percebido conscientemente por vários pacientes que, posteriormente, sonharam com o rosto. Ao distribuir o retrato entre vários profissionais do mundo, o psiquiatra causou uma espécie de contaminação do inconsciente de outras pessoas que freqüentavam consultórios psiquiátricos. Com a divulgação do fato via internet, outros mais, não pacientes de problemas psiquiátricos também sonharam com o homem.

Aqui estão outros desenhos do Invasor de Sonhos:

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Alguém aqui sonhou com alguém com essa cara alguma vez?

Numa boa, sonhos recorrentes são um assunto interessante, lembrando que o conto "O Chamado de Cthulhu" envolve justamente sonhos recorrentes envolvendo emanações psíquicas do Big C enviada para mentes sensitivas ao redor do mundo.

Seria o sujeito no sonho um avatar de Cthulhu? Se a resposta for sim, porque escolher justo essa cara?

Para mim o sujeito é muito parecido com o ex-goleiro do São Paulo F.C. e da Seleção brasileira na (traumática) Copa do Mundo da Espanha em 1982, Valdir Peres. Repara só:

Fonte: Mundo Tentacular

Monstros das Profundezas - Animais dos Abismos Oceânicos

 


Muito longe das costas iluminadas pelo sol, abaixo das ondas incessantes e da superfície existe um mundo submerso. Trata-se de um lugar mais escuro que qualquer caverna, mais perigoso do que qualquer selva inóspita ou deserto causticante. Um lugar de abismos profundos e com diversidade topográfica incrível. Planícies que se estendem por milhares de quilômetros, cadeias montanhosas de origem vulcânica - algumas mais altas que o Monte Everest - canais submarinos tão vastos quanto o Grand Canyon, trincheiras com mais de seis mil pés de profundidade e correntes que fluem como verdadeiros turbilhões subaquáticos.

As pessoas cometem o erro de pensar que a vida marinha se limita a poucas centenas de metros abaixo da superfície e que abaixo dela, tudo o que existe, é um abismo estéril. Na verdade, mesmo nas maiores profundezas conhecidas, nas Fossas Marianas (com 11.034 metros de profundidade), existe vida. Enquanto o número, tamanho e diversidade de formas de vida encontrada nessas profundidades diminui, não existe na Terra um lugar totalmente destituído de vida.

Sondas e submarinos capazes de penetrar estes abismos marítimos, continuam descobrindo formas de vida incomuns que parecem saídas das próprias estórias ficção, escritas por H.P. Lovecraft habitando as profundezas.

Um dos casos mais conhecidos é o das Lulas Gigantes da espécie Architeuthis. Para muitos a existência desse animal não passava de um mito, o tipo de ser lendário que figurava como monstro marinho em muitas estórias de pescador. Esporadicamente espécimes apareciam despejados nas praias e atraíam a atenção de oceanógrafos. Em 2006 uma equipe japonesa registrou pela primeira vez imagens de uma lula gigante medindo 13 metros de comprimento a a rpoximadamente 2000 metros de profundidade.

Animais ainda mais bizarros vivem nesse lugar hostil que os biólogos marinhos chamam de Mar Profundo que se encontra entre 3000 e 8000 metros de profundidade.

Estes animais estão entre as formas de vida mais estranhas da Terra, sabe-se muito pouco ou quase nada sobre a maioria deles. Como habitam um lugar onde inexiste qualquer fonte luminosa, esses animais não podem confiar apenas na visão para localizar presas, parceiros ou evitar predadores. Muitos evoluíram para compensar o ambiente e passaram a produzir bio-luminosidade e desenvolveram olhos enormes adaptados à escuridão.

Um dos mais medonhos animais de que se tem notícia, o Peixe Demônio é um dos habitantes mais notáveis dos Mares Profundos. Ele chama a atenção pela sua forma bizarra e o corpo atrofiado coberto de verrugas que parece mais adequado a um anfíbio. Não bastasse esse formato, o Peixe Demônio possui olhos vítreos de enormes proporções e uma bocarra de onde brotam dezenas de dentes finos como agulhas tão grandes que impossibilitam o animal fechar a boca. O Peixe Demônio possui ainda uma espécie de antena bio-luminosa usada para atrair presas até sua voraz bocarra. Não por acaso, restos desse peixe quando chegavam às praias eram considerados sinais de azar e maus presságios. Ossadas de peixes demônio eram consideradas como restos de monstros marinhos humanóides.

Outro animal do Mar Profundo é a chamada Enguia de Bruun, assim batizada em homenagem ao seu descobridor, o oceanógrafo dinamarquês Anton Bruun que em 1930 capturou um espécime no Sul do Atlântico enquanto arrastava redes de ferro pelo solo oceânico. O animal em questão era um elver (uma larva de enguia) medindo 1,80 metros de comprimento, o que pelos cálculos de oceanógrafos corresponderia a um espécime adulto com 30 metros de comprimento. É possível que o avistamento de uma criatura dessa espécie tenha gerado estórias sobre as míticas serpentes marinhas gigantescas.

Enguias gigantes já foram encontradas, sobretudo no Mar do Norte, próximo às Ilhas Britânicas. O espécime na fotografia acima foi capturado em 1988 por um navio da Marinha Britânica e detém o recorde desta espécie medindo 7 metros da cabeça até a cauda.

Animais típicos de alta profundidade os isopodes são o terror de qualquer pessoa que tem fobia de insetos. Na verdade essas criaturas são primos distantes de crustáceos e camarões que guardam uma similaridade com os tatuís ou pulgas da água, pequenos animais bastante comuns nas praias banhadas pelo Oceano Atlântico (eu lembro de catar tatuís na praia no Rio anos atrás).

No entanto, ao contrário dos inocentes tatuís, os isopodes gigantes de mar profundo crescem até atingir proporções alarmantes. Espécimes recolhidos em redes chegavam a medir até 35 centímetros pesando pouco menos de 1 quilo. Em 2009, um submarino robô de alta profundidade retornou do fundo do mar trazendo como "carona" um exemplar de espécie desconhecida medindo 75 centímetros e mais de 1,7 quilos. É possível que existam espécimes ainda maiores em recessos profundos se alimentando exclusivamente da carcaça de peixes mortos.

Já os tubarões da espécie goblin habitam profundidades de 4000 metros e estão entre os tubarões mais raros do mundo. Encontrados nas águas do Pacífico na costa do Japão eles são animais grandes, podendo medir até 4 metros de comprimento que chamam a atenção pelo estranho formato de sua cabeça.

Tubarão Goblin possui uma curiosa estrutura cartilaginosa sobre a boca que esconde inúmeras fileiras de dentes. Para caçar suas presas, a mandíbula do tubarão se desloca através dessa estrutura abrindo em um ângulo reto possibilitando um grande poder de mordedura. É o tipo de coisa que nós estamos acostumados a ver em filmes da série Alien.


Embora seja um predador das profundezas, o Tubarão Goblin tem como principal fonte de alimentação lulas e crustáceos. A Lula de Vidro, a base de sua alimentação, é outro habitante do mar profundo que chama a atenção pelo fato de ser praticamente transparente. As estruturas internas desses delicados cefalópodes podem ser vistas em seu interior. Como outros animais das profundezas ela também gera bio-luminosidade e usa esse artifício para afastar predadores em potencial.

Caranguejo Gigante é outra das presas do Tubarão Goblin, mas ao contrário da Lula de Vidro este habitante das profundezas é capaz de se defender e afugentar até o mais determinado dos predadores. Ele é o maior crustáceo do mundo com pernas que atingem inacreditáveis 3,80 metros de comprimento e chega a pesar 45 quilos. Estes caranguejos vivem em fossas profundas, se alimentando de microorganismos, mas podem buscar alimento em pequenos peixes e lulas. Em geral eles tem uma coloração pálida, branca, uma vez que são albinos.

Estranhos, misteriosos e por que não dizer assustadores, esses habitantes das profundezas provam que ainda sabemos muito pouco a respeito das formas de vida em nosso planeta e que a variedade de animais na natureza é mais extensa do que podemos imaginar.

Fonte: mundo tentacular

Coisas que você não sabia sobre o regime militar


O seu professor nunca te contou que não houve golpe na derrubada do presidente foi um ato legítimo apoiado pelo congresso com o voto de jk ulysses guimarães e franco montoro dentre outros e por toda a opinião pública vídeo a marcha da família com deus pela liberdade de acordo com a comissão nacional da verdade que inclusive só tens que descubram 434 mortes e desaparecimentos vítimas do regime militar no país em 21 anos 314 - menor do que os cubanos mortos pelo então venerado da esquerda fidel castro procurar mesmo se fosse lago conciliarmos que seguimos seguiremos utilizando e entrou sem a necessária nuestra lutia é isso na lúcia a moeda lá vai algumas declarações com certeza você nunca ouviu o eduardo jorge confessou que lutavam por uma ditadura comunista e nós éramos contra a ditadura militar mais ela usa a favor da tu tá ligado que muitas vezes as pessoas pensam né que não existiu no campo da esquerda coisa igual e até pior aí daí já o movimento não mais de surgiu o movimento social de tomada do poder é isso que nós temos e transformação daqui no socialismo entre nós não eram exatamente contra a ditadura nos leva os contra a ditadura militar burguesa mas nós éramos a favor da ditadura do proletariado se ninguém veja mas eu tenho que dizer faz parte da nossa família macedo jornalista da globo nem assumiu tem mente durante trinta anos sobre os maus tratos e por fim né o sarlos f para chora o judeus marido da dilma também conversou crimes cometidos com a ilha nós e para os carros ações isso a desapropriação nós chamamos de nos bancos nós vamos buscar dinheiro nos bancos os que tem dinheiro para comprar mas precisamos ações e quartéis também alguns quartéis para pegar mas tem 26 de junho de 1978 a vanguarda popular revolucionária o vtr no qual de uma fazer parte ataque com bombas o quartel-general do 2º exército em são paulo matando o soldado mário kosel filho um dos vários exemplos de atentados não contados pelo médico como crescimento do pib de doze por cento médio no período subiu da quadragésima sexta economia do mundo para o 8º lugar na era média criação de 13 milhões de empregos construção de quatro potes de recuperação de outros 20 criação da eletrobras fgts pis-pasep infraero polícia federal ctn regulamentação do 13º etc por outro lado houve sim um grande aumento da dívida externa a nati a gritar sempre foi da esquerda livros como 1964 o elo perdido e a verdade sufocada dos nunca foram divulgadas ou sequer citados no currículo acadêmico livros né que trazem documentos oficiais do serviço secreto do bloco soviético e no caso da verdade sufocada livro que mostra com detalhes documentos nomes fotos do período militar a esquerda formou milhões de estudantes né ativistas que desconhecem esses e outros fatos raramente encontra um que tenha lido mais de três livros sobre o período militar pode ter certeza que os mesmos que defendem o golpe de 1964 vão estar narrando 2013 como golpe né o famoso golpe golpe  é fofinho governo ditatorial que deixa o que o maior parte é da américa latina cycle no período de ditadura que é o famoso pt hoje os artistas né que falav am contra o governo militar ficam tranquilos né na praia e se você ainda tiver alguma dúvida dá uma viajada para venezuela para clube para coreia do norte e me conta aí




Aves incomuns, estranhas e raras

São tão exóticas e ao mesmo tempo maravilhosas, que você duvidar que existam

As aves precisam de plumagens coloridas por várias razões: atrair companheiros, misturar-se ao meio ambiente ou se identificar com outros da sua própria espécie. Mas não importa quais sejam os motivos para essas maravilhosas exibições de cores e formatos, para nós humanos, será sempre fascinante ver como a natureza pode surpreender.


Confira algumas aves exóticas e diferentes de tudo que você já viu:


Tetraz



Tetraz é o nome comum dado a um grupo de aves galiformes da família Phasianidae, que habita exclusivamente o hemisfério Norte e inclui muitas aves cinegéticas, caçadas por desporto ou para alimentação. Os tetrazes alimentam-se sobretudo de sementes e bagas, mas também consomem insectos e outros pequenos invertebrados.


Garça-coroada africana


Também conhecido como o grou de coroa cinza , o grou africano é alto e nobre, adornado com um uniforme de gala de aparência imperial que começa com sua crista dourada e pontiaguda, testa preta fofa e bochechas brancas.

O pescoço longo e elegante e a bolsa vermelha para o pescoço se estendem até uma capa de penas cinza longas e finas. A grande envergadura é exibida em padrões de cores preto, castanho e dourado.

Finalizando este visual deslumbrante estão as pernas pretas e finas. Tanto o macho quanto a fêmea têm a mesma aparência, mas o macho geralmente é um pouco maior.


Bohemian Waxwing


O tremeluzir das pontas das penas cerosas vermelhas e amarelas nas asas e na cauda deste pássaro canoro irá facilmente chamar sua atenção, mas é a plumagem amarelada, a crista pontiaguda e as marcações de pêssego e preto no rosto que realçam a beleza régia da asa de cera da Boêmia.

Fazendo jus ao seu nome, esta espécie é um andarilho não convencional que está sempre em movimento em busca de frutas na América do Norte e na Eurásia. Ao contrário de outros pássaros canoros, não é territorial e não possui um canto verdadeiro próprio.


Dusky Lory


Se a adorável visão deste papagaio de cor ígnea não o fizer sentar e sorrir, você deve checar seus olhos.

As cores exatas desta espécie de loris de cauda curta dependem da fase da cor que você está vendo - a faixa que atravessa o abdômen e o peito é laranja ou amarelo.

Esses belos pássaros são encontrados entre as florestas tropicais e árvores floridas da Nova Guiné e das ilhas vizinhas de Yapen, Batanta e Salawati, onde se alimentam de frutas, flores, sementes e néctar.


Blue Bird-of-Paradise


Considerado por alguns especialistas em pássaros como um dos pássaros mais bonitos, o pássaro-do-paraíso azul é certamente um espetáculo adorável de se ver.

Em contraste com a cabeça, o peito e as costas pretos, o macho ostenta uma cauda azul brilhante, um bico de marfim azulado e olhos com anéis brancos. Plumas de flanco marrom-avermelhadas e duas penas de cauda longas e onduladas completam a linda vestimenta deste dândi.

Encontrados na copa da floresta da Nova Guiné, esses lindos pássaros fazem de tudo para suas apresentações de cortejo.


Excelente Lyrebird



O soberbo pássaro- lira macho seria um faisão comum se não fosse pelas penas ornamentadas de sua cauda, que lembram o instrumento musical de cordas conhecido como lira.

Isso faz uma diferença notável em sua aparência monótona, que apresenta uma parte superior e inferior do corpo cinza com asas marrom-avermelhadas e pernas longas e escuras.

Arranhando as folhas em busca de insetos, vermes e aranhas nas florestas úmidas do leste e sul da Austrália, o soberbo pássaro-lira é conhecido por seu excelente talento de imitar tudo o que ouve.


Secretário Bird


Quando você olha para o pássaro secretário, pode ver como esse nome se encaixa perfeitamente.

A parte superior do corpo e a cauda cinza / branca do pássaro lembram um fraque, enquanto as penas escuras inferiores parecem as calças até os joelhos.

Não espere que o pássaro secretário atenda ao telefone, porque suas habilidades incluem caçar pequenos mamíferos e pisar em cobras com suas longas patas semelhantes a garças nas pastagens e savanas da África Subsaariana.


Red Crested Turaco


Se você estiver em um safári africano em Angola ou no Congo e ouvir sons de macacos tagarelando nas copas das árvores, dê uma olhada cuidadosa porque o som pode vir de uma família de turacos de crista vermelha.

Você pode identificá-los por suas altas cristas vermelho-morango. Essas belas aves costumam se reunir em grupos de cerca de 30 e preferem ficar nas árvores da floresta, comendo frutas e insetos, mas ocasionalmente descem ao solo para se banhar e beber água.

A propósito, isso torna o turaco o único pássaro a possuir uma cor verde e vermelha verdadeira, em vez de um reflexo da cor como a maioria das outras espécies.


Maravilhoso Spatuletail


Depois de observar um maravilhoso rabo de espátula masculino , é fácil ver como os mitos de fadas foram criados. Voando pelo ar mais rápido do que seus olhos humanos podem acompanhar, este pequeno colibri tem várias cores cintilantes e penas de cauda marcantes pairando de cada lado.

Encontrado apenas dentro de uma pequena cadeia de montanhas arborizadas da região de Río Utcubamba, no noroeste do Peru, este colibri apresenta um dorso e asas verde-bronze, uma garganta turquesa cintilante, uma crista azul-violeta e um baixo-ventre amarelo que é dividido por uma longa linha preta.

Durante a temporada de acasalamento, o macho polígamo usa suas extraordinárias penas de cauda para atrair uma fêmea, agitando-as enquanto paira na frente dela. Depois de escolher um macho e acasalar, a fêmea criará seus dois filhotes sozinha.


Poupa (Upupa epops)


A poupa tem uma crista longa e pontuda com manchas pretas. Quando a poupa é excitada, a crista sobe e se espalha como um elaborado cocar.

O padrão de barras em preto e branco nas costas, asas e cauda parece como se ele estivesse vestindo uma túnica. Seu peito, pescoço e rosto cor de fulvo se erguem alto e orgulhosos, enquanto seu bico longo e pontudo lhe dá a aparência de sabedoria.

Aparecendo frequentemente em pastagens e bosques abertos, bem como em reservas e jardins públicos e parques na Ásia, África e Europa, a poupa é uma delícia de se ver.


Rei da Saxônia Bird-of-Paradise


O pássaro do paraíso Rei da Saxônia é uma daquelas criaturas únicas que você tem que ver para acreditar. Se você deseja ver um em seu habitat natural, você precisará planejar uma viagem para as florestas tropicais da Nova Guiné.

A boca azul-esverdeada do macho, as partes inferiores amarelas e as asas, cauda e cabeça pretas criam uma visão adorável que o coloca entre os pássaros mais bonitos do mundo.

O macho usa essas joias para atrair a fêmea marrom-acinzentada sem adornos durante as exibições de namoro, balançando a cabeça de forma que as plumas girem em torno dela.


Barn Owl


Pode não ser tão colorido quanto algumas das outras espécies nesta bela lista de pássaros, mas a coruja-das - torres não é menos impressionante com seu rosto branco em forma de coração , plumas branco cremoso e dorso dourado, asas e cauda pontilhadas com manchas escuras.

Encontrada em todo o mundo, exceto em locais extremamente quentes e frios, como desertos e na Antártica, a coruja-das-torres é assim chamada porque adora se empoleirar em celeiros antigos e edifícios abandonados durante o dia.

Este pássaro noturno penetra a noite com seu guincho sinistro enquanto caça em campos abertos por sua presa, que geralmente consiste em roedores e coelhos, mas também em lagartos e insetos.


Pelicano-australiano


O pelicano-australiano é uma espécie de pelicano nativa da Austrália e Nova Guiné. Estes pelicanos têm uma envergadura de 160 a 180 cm e pesam 4 a 7 kg. O seu esqueleto é extremamente leve e representa cerca de 10% do peso corpóreo total.


Sunbittern Eurypyga helias


Esta ave formidável é tão diferente de qualquer outra que está em uma família própria. É uma bela visão ao caçar, espreitar a presa silenciosamente ao longo dos cursos de água, mas quando ameaçada parece deslumbrante, porque abre bem as suas asas largas, olha-as para a frente e exibe o que parecem ser dois olhos gigantes. Ocorre da Guatemala ao sul, através da América Central até o Brasil e pode ser vista em vários locais, mas os melhores lugares do mundo para ver Sunbittern incluem os Llanos no oeste da Venezuela

Pompadour Cotinga


As cotingas são mais uma família cheia de lindos pássaros, mas o macho desta é realmente especial graças à sua plumagem cor de clarete. Os melhores lugares do mundo para ver Pompadour Cotinga, que ocorre no norte da América do Sul, desde o extremo leste da Colômbia, passando pelo sul da Venezuela até as Guianas, a região amazônica do Brasil, o nordeste da Bolívia e o nordeste do Peru, incluem a área de Mitu na Colômbia, a Reserva Florestal de Imataca e a Escalera no leste da Venezuela, Guiana , Suriname, Amazônia e a área de Iquitos no nordeste do Peru.


Bohemian Waxwing


Não são apenas as pontas cerosas vermelhas para as secundárias que tornam este pássaro especial, é a plumagem macia, as cores sutis, a máscara preta, a crista fofa e as marcas delicadas de asa e cauda.


Starling de peito dourado


Existem muitos estorninhos bonitos, mas este é indiscutivelmente o mais bonito. Ocorre da Somália e sul da Etiópia ao nordeste da Tanzânia e os melhores lugares do mundo para ver Starling de peito dourado incluem Samburu e Parque Nacional de Tsavo East no Quênia.