A Teoria do Colapso Cultural: Os 7 Passos Necessários Para o Declínio Cultural

Este era o primeiro encontro romântico que Joe e Mary estavam a ter. Ele perguntou-lhe o que é que ela queria fazer com a sua vida, ao que ela respondeu, "Quero estabelecer a minha carreira profissional porque para mim, isso é a coisa mais importante." Inabalável em relação à revelação de que ela "não precisava dum homem", Joe continuou a entretê-la com histórias suficientemente cómicas e declarações inteligentes que lhe permitiram que ela deixasse que ele começasse a tocar levemente no seu ante-braço.


Mais para o final do encontro, quando eles já haviam cruzado os seus braços, e à medida que caminhavam para o metro subterrâneo, dois homens do Médio Oriente numa moto de patrulha chegaram-se perto deles e disseram que eles estavam proibidos de se tocar. "Esta á uma zona sharia", disseram eles, tendo um forte sotaque Inglês e estando bem à frente loja halal.

O Joe e a Mary sentiram-se mal por terem ofendido os dois homens visto que eles haviam aprendido na escola a respeitar todas as religiões - excepto a religião dos seus antepassados [Cristianismo]. Uma das primeiras coisas que eles aprenderam foi que a sua pele branca lhes dava um privilégio adicional na vida, e esse privilégio tinha que ser constantemente reprimido. Mesmo que eles discordassem com os dois homens, eles não o poderiam fazer verbalmente porque as leis contra o ódio iriam colocá-los na prisão sob acusação de discriminação religiosa. Eles descruzaram os braços e mantiveram uma distância de mais ou menos 1 metro um do outro.

Infelizmente para Joe, Mary já não quis sair mais com ele, mas passados sete anos, ele recebeu uma mensagem de Facebook da parte dela. Ela havia-se tornado presidente duma companhia, mas não conseguia encontrar um homem na mesma condição com que casar visto que actualmente as mulheres ganham, em média, mais 25% do que os homens. Há já muito tempo que Joe havia deixado o país e tinha ido viver para a Tailândia, onde se havia casado com uma jovem mulher Tailandesa e com quem tinha 3 filhos. Ele não tinha planos para voltar para o seu país, a América.

Se por acaso o colapso cultural ocorrer tal como eu passo a descrever, o cenário descrito em cima será a norma dentro de algumas décadas. O mundo Ocidental está a ser colonizado em sentido inverso, mas não através de armas ou de força bruta, mas através duma combinação de progressivismo e baixas taxas reprodutivas. Estes dois factores irão levar ao colapso cultural em muitos países do Ocidente nos próximos 200 anos. Esta teoria irá mostrar o mecanismo mais provável que irá proceder na América, no Canadá, no Reino Unido, na Escandinávia e na Europa Ocidental.

O que é o Colapso Cultural?

O colapso cultural é o declínio, a decadência ou o desaparecimento dos rituais, hábitos, comunicação interpessoal, relacionamentos, arte, e linguagem da população nativa. Ele coincide com o declínio relativo da população quando comparado com grupos externos. A identidade nacional e a identificação de grupo serão perdidas ao mesmo tempo que história revisionista será colocada em práctica para demonizar ou encontrar problemas na população nativa. O colapso cultural não pode ser confundido com o colapso económico ou o colapso do estado visto que a nação que sofre um colapso cultural pode, mesmo assim, ser economicamente produtiva e ter um governo operacional.

Primeiro, irei fazer um curto resumo do progresso do colapso cultural explicando-o com um detalhe maior. Depois disso, irei falar dos países do mundo que eu vejo a seguir este caminho.

O progresso do colapso cultural

1. Remoção da narrativa religiosa da vida das pessoas, substituindo-a com a escada rolante do "progresso" científico e tecnológico.

2, Eliminação dos papéis sexuais tradicionais através do feminismo, da igualdade de género, do politicamente correcto, do Marxismo cultural, e do socialismo.

3. Atraso ou abstenção na formação familiar por parte das mulheres como forma destas buscarem estilos de vida carreiristas ao mesmo tempo que os homens aguardam num limbo confuso.

4. Diminuição das taxas de natalidade da população nativa.

5. Medidas governamentais de imigração em massa tendo em vista a prevenção do colapso económico.

6. Recusa dos imigrantes de se adaptarem, forçando a nação anfitriã a adoptar rituais estrangeiros ao mesmo tempo que é demograficamente suplantada.

7. População nativa começa a ser marginalizada no seu próprio país.

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1. Remoção das narrativa

Há milénios que a religião tem sido um poderoso mecanismo de contenção do comportamento humano, impedindo-o de realizar os seus desejos mais vis e as suas tendências narcisistas como forma de satisfazer um deus [sic]. A formação de famílias é a unidade central da maior parte das religiões, muito provavelmente porque as crianças aumentam a membrasia da igreja a custo zero (isto é, não é preciso recrutá-las).

A religião pode promover a ignorância científica [ed: depende da religião] mas facilita a reprodução ao dar às pessoas a narrativa que coloca a família perto do centro da sua existência.(1,2,3)

Depois do Iluminismo, o avanço rápido da ciência e das suas explicações lógicas mas niilistas do universo, removeram a narrativa religiosa colocando no seu lugar uma vazia narrativa de progresso científico, conhecimento, e tecnologia - que age como barreira para a formação familiar, permitindo que as pessoas busquem os  objectivos individuais de riqueza ou prazer hedonista. (4) Tanto quanto sabemos, não há uma única população não-religiosa que seja capaz de se reproduzir acima da taxa de morte. (5)

Embora hoje em dia muitas pessoas aleguem acreditar em Deus, muitos delas não entram nunca igreja mais do que uma ou dias vezes por ano em ocasiões especiais. A religião deixou de ser um estilo de vida, um manual de vida, para algo que se pensa de passagem.

2. Eliminação dos papéis sexuais tradicionais

Mal a religião deixa de desempenhar um papel central na vida das pessoas, estão lançadas as bases para a destruição do laço homem-mulher - laço esse que é colectivamente atacado por várias ideologias resultantes das crenças da teoria Marxista Cultural que têm um propósito comum: a destruição da unidade famíliar de modo a que os cidadãos fiquem dependentes do estado.

Eles atingem este objectivo através da marginalização dos homens e do seu papel social sob a bandeira da "igualdade". Com o feminismo a ser empurrado para a linha da frente deste movimento abrangente, os esforços em favor da igualdade acabam por ser uma forma das mulheres obterem mais poder. Este ataque é levado a cabo em várias frentes:

  • Medicação dos rapazes desde a mais tenra idade com drogas para o déficit de atenção e hiper-actividade [ADHD] como forma de erradicar demonstrações de masculinidade.
  • Envergonhar os homens por terem um interesse sexual óbvio por mulheres atraentes e férteis.
  • Criminalização do normal comportamento masculino através da redefinição de algumas instâncias de actividade sexual consensual como "violação".
  • Prisão dos pais desempregados devido à falta de pagamento da pensão alimentar, causando a que eles passem a estar desamparados e incapazes de fazer parte da vida dos seus filhos.
  • Cobrar mais impostos aos homens como forma de redistribuir o seu dinheiro entre as mulheres.
  • Promover as mães solteiras e o estilo de vida homossexual acima da família nuclear.
A consequência disto é que os homens, confusos em relação à sua identidade e aversos ao castigo estatal do assédio sexual, da violação que ocorre durante os encontros românticos ["date rape"], e também aversos aos procedimentos em torno do divórcio, tomam a decisão racional de observar o desenrolar das coisas de longe.

As mulheres, ainda não satisfeitas com o poder que lhes foi dado [pelo estado], continuam a sua guerra contra os homens, instruindo-os a que "se façam homens" e tomem parte no que se tornou num mau negócio para eles: o casamento.

A elevação das mulheres acima dos homens é permitida pelas grandes empresas que adoptam o marketing do “girl power” como forma de alargar a sua base de consumidores e aumentar o lucro.

Os governos permitem também que isto ocorra porque desta forma aumentam a receita fiscal; visto que há muito dinheiro a ser obtido quando as mulheres trabalham e se tornam consumidoras, não há (por parte da elite) qualquer tipo de esforço para parar com este estado de coisas.

3. As mulheres começam a colocar a carreira profissional acima da família.

Ao mesmo tempo que os homens são emasculados, passando a ser vistos como nada mais que "doadores de esperma", as mulheres são encorajadas a adoptar os objectivos profissionais e o estilo de vida competitivo dos homens, o que inevitavelmente causa a que elas adiem o casamento, normalmente adiando para uma idade para além qual elas já não conseguem encontrar um marido adequado com mais recursos que elas.

A maior parte das mulheres sentirá enormes dificuldades em conjugar e equilibrar a carreira com a família, e como elas não têm que se preocupar em serem "despedidas" da sua família, que elas podem até ver como um impedimento para os seus objectivos profissionais, elas irão dedicar uma crescente proporção do seu tempo aos seus empregos.

rendimento das mulheres no agregado familiar irá mais cedo ou mais tarde ser igual ou superior ao rendimento dos homens. Um motivo-chave que historicamente levou as mulheres a casar era elas serem sustentadas pelos maridos, mas este motivo já não irá persistir e as mulheres sentirão cada vez menos pressão ou motivação para casar.

A florescente população de solteironas simplesmente passará a ser uma oportunidade para as grandes empresas ganharem dinheiro junto duma crescente população de mulheres solitárias. A venda de gatos e de pequenos cães irá aumentar.

As mulheres sucumbem aos seus instintos sexuais primários e aos desejos materialistas de viver um estilo de vida “Sex and the City”, cheio de jantares finos, sexo casual, e felicidade tecnológica (e gula geral) sem aprender as tradicionais habilidades domésticas ou as qualidades femininas que as tornariam mais atraentes aos olhos dos homens. Os homens adaptam-se às mulheres carreiristas fazendo o seguinte:
  • Como forma de saciar os seus naturais desejos sexuais, os homens permitem baixar o seu rendimento visto que a estabilidade económica já não é uma forma de atrair mulheres quando estas se encontram no ponto mais alto da sua fertilidade e da sua beleza.
  • Imitam o comportamento social dos "machos alfas" como forma de ter encontros sexuais com mulheres que, sem qualquer necessidade dos recursos económicos do homem para sobreviver, podem escolher os homens com base na sua confiança, estética, e na sua capacidade geral de entreter as mulheres.
  • Retiram-se para o mundo dos videogames e da internet, satisfazendo os seus desejos básicos de jogar e caça simulada.
As mulheres carreiristas que mais tarde tomam a decisão de casar, farão isto à pressa quando chegarem à casa dos 30 visto que temem envelhecer sozinhas; mas como elas já passaram há muito o ponto mais alto da sua fertilidade, elas terão dificuldades em se reproduzir. Na hipótese duma reprodução bem sucedida em idade tão avançada, poucas crianças podem nascer antes dela chegar ao ponto da infertilidade biológica, o que limita o tamanho das famílias (quando comparadas com o passado histórico).

4. As taxas de natalidade junto da população nativa diminuem.

Está montado o palco para que a taxa de mortalidade supere a taxa de natalidade. Isto gera um penhasco demográfico onde há uma crescente população de idosos que não trabalha em relação aos parentes mais jovens que trabalham. Disto resultam dois problemas:
  • Não há receitas fiscais suficientes geradas pela população laboral como forma de sustentar (com a assistência médica e pensão) os mais idosos.
Nenhuma nação moderna conseguiu encontrar uma forma de aumentar de forma substancial as taxas de natalidade junto da população nativa. O esforço mais bem sucedido foi feito pela França, mas mesmo este só foi capaz de manter a taxa de nascimento junto das mulheres nativas um bocado abaixo da taxa de substituição (2.08 versus 2.1). A maneira mais fácil de resolver este problema de dois gumes é promovendo imigração em massa de indivíduos jovens que irão trabalhar, gastar e procriar a taxas mais elevadas que os nativos.

É necessário um aumento de nascimentos para que haja novos contribuintes, trabalhadores, empresários, e consumidores, como forma de manter o desenvolvimento económico da nação. Embora muitos aleguem que o planeta está a sofrer de "sobrepopulação", os países que não aumentem de forma estável as suas taxas de natalidade caminham para um colapso económico.

5. Largo aumento de imigração.

Uma população a envelhecer, sem jovens que ocupem o seu lugar, irá causar uma escassez de mão-de-obra, o que aumentará o preço do trabalho. As elites empresariais irão fazer pressão junto dos governos como forma de aliviar esta pressão crescente nos salários. Ao mesmo tempo, o mantra actual do crescimento estável do PIB irá pressionar os políticos para que estes disseminem dados favoráveis de crescimento económico como forma de os ajudar nas re-eleições.

A forma mais simples de aumentar o PIB sem inovação ou desenvolvimento industrial é através do aumento da população. Devido a isto, tanto as elites do mundo político como as elites empresariais estão agora com os objectivos alinhados onde a solução mais fácil é a imigração. Embora os políticos falem constantemente em criar políticas migratórias permanentes, os imigrantes continuam a fixar-se na nação.

O problema nacional das taxas de natalidade é resolvido do dia para a noite visto que é muito mais fácil drenar as nações do terceiro-mundo da sua expectante população com promessas de viver no primeiro mundo do que é encorajar as mulheres nativas a reproduzir. (A imigração lateral de um país do primeiro mundo para outro país do primeiro mundo é relativamente tão insignificante que o termo "expatriação" foi criado para a descrever).

As mulheres nativas irão exibir uma resistência teimosa a qualquer sugestão de que devem gerar famílias, preferindo em seu lugar o estilo de vida relativamente irresponsável de variedade sexual, encontros românticos casuais (combinados através da internet com aplicações para telemóveis). excessos de consumo, e empregos confortáveis com bons salários em escritórios bem refrigerados.

Invariavelmente, os imigrantes chegarão de países muito mais religiosos e, no caso do islão em relação à imigração Europeia, muito mais primitivos em termos científicos e bem rígidos em relação aos seus costumes.

6. A sanitização da cultura anfitriã coincide com o aumento do poder do imigrante.

Embora muitos imigrantes adultos venham a ficar agradecidos com a oportunidade de viver numa nação mais próspera, outros irão rapidamente sentir o ressentimento de que são forçados a trabalhar em empregos humildes num país que é muito mais caro que o seu. A maior parte destes imigrantes ficará dentro das classes económicas mais baixas [ed: tal como é suposto, visto que os esquerdistas que abriram as portas da imigração não querem pessoas economicamente independentes], a viver em empobrecidas  "comunidades de imigrantes" onde eles podem falar a sua língua, comer a sua comida, e seguir os seus costumes e a sua religião.

Em vez de saírem das suas comunidades estrangeiras, os imigrantes buscarão formas de expandir essas comunidades, organizando-as. Eles formarão grupos locais e organizações cívicas como forma de ensinar aos nativos melhores formas de entender e servir as populações imigrantes. Estas comunidades estarão desejosas de publicitar casos onde os imigrantes tenham sido insultados pelos insensíveis nativos, ou tratados de forma injusta pelas autoridades policiais em caso de pequenos delitos.

Os currículos escolares podem ser modificados como forma de promover a diversidade ou o multiculturalismo - com custos enormes junto da população nativa. Serão feitas concessões para que os imigrantes não sejam ofendidos. Serão apuradas correntes contínuas de "ultrajes" e estas irão alimentar o poder das organizações e criar um estado dentro do estado onde a elite da população nativa passará a ter medo de aplicar a lei junto dos imigrantes.

7. Destruição da cultura nativa.

Esta fase ainda não aconteceu em país algum do primeiro mundo, portanto eu vou prevê-la tendo como base a consequência lógica dos eventos já descritos.

As elites locais irão prometer mundos e fundos aos grupos imigrantes (como forma de obter votos) mas não lhes irão dar qualquer tipo de posse ou poder económico. As regras eleitorais podem até a vir ser alteradas como forma de impedir que os imigrantes sejam eleitos. As elites continuarão (na sua maioria) isoladas da crise cultural visto que continuarão a viver nas suas comunidades isoladas, frequentarão escolas privadas e clubes sociais privados - algo que lhes permitirá incubar a sua própria sub-cultura sem interferências externas.

Ao mesmo tempo que vivem esta vida protegida, as elites farão discursos e colocarão em práctica políticas como forma de forçar a população nativa a aceitar o multiculturalismo e a imigração em massa.

O declínio cultural começa de forma real quando os nativos sentem vergonha ou culpa por serem como são, da sua história, do seu estilo de vida, e ou sentem vergonha do sítio de onde vieram os seus ancestrais. Eles irão permitir que os grupos imigrantes critiquem os seus costumes sem protestar, ou então irão aceitar os costumes dos imigrantes através da conversão religiosa ou do casamento inter-étnico.

O orgulho nacionalista será condenado como sendo um fenómeno da "extrema-direita" e os políticos nacionalistas serão comparados a Hitler. Os nativos irão aprender a arte da auto-censura, limitando o alcance do seu discurso e limitando a sua liberdade de expressão, e passado pouco tempo só os mais velhos terão permissão para falar as verdades do declínio cultural (ao mesmo tempo que os jovens que se encontrem por perto irão atribuir este tipo de discurso à senilidade ou à nostalgia. racista).

Com o ambiente do politicamente correcto totalmente estabelecido (vejam a fase 2), a cultura local torna-se num tipo de cultura do "mundo" que pode ser declarada tolerante e progressiva desde que haja ausência de crítica aos imigrantes, ao multiculturalismo, e à sua influência combinada. Toda a identidade cultural será eventualmente perdida, e ser, por exemplo, "Americano" ou "Britânico"deixará de ter o significado actual dentro duma perspectiva sociológica.

As tradições nativas serão erradicadas e a mistura cultural tomará o seu lugar, mistura essa onde os cidadãos duma parte do mundo serão idênticos em comportamento, pensamento e gostos consumistas aos cidadãos de outro país. Mal o colapso [cultural] começa, ele não pode ser revertido; a herança cultural da nação será perdida para sempre.

Quero agora dar uma rápida vista de olhos aos diferentes países e ver em que fase do progresso do colapso cultural é que eles se encontram.

Rússia

Este é um caso interessante, visto que, até recentemente, havíamos assistido a taxas de natalidade baixas mas não devido aos ideias progressistas mas sim devido à complicada transição para o capitalismo no início dos anos 90 (e também devido à elevada taxa de mortalidade masculina devido ao alcoolismo).

Para ajudar a suster a sua população, a Rússia alegremente aceita imigrantes das regiões da Ásia Central, tratando-os como cidadãos de segunda classe e recusando-se a fazer qualquer tipo de acomodação que se afaste do estilo de vida Russo. Até as autoridades policiais fecham os olhos quando grupos locais de skinheads atacam os imigrantes.

Para além disso, a Rússia não mostrou qualquer tipo de tolerância para com os grupos homossexuais ou progressistas, impedindo os seus efeitos negativos junto da sua cultura. As taxas de natalidade subiram em anos recentes para níveis Europeus, mas ainda se encontram abaixo da taxa de mortalidade. A Rússia irá ser alvo dum colapso demográfico antes dum colapso cultural.

Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Muito Baixa.

Brasil

Temos estado a testemunhar a um rápido aumento das fases 2 e 3, onde a ideologia progressista semelhante ao modelo Americano tem sido adoptada e onde a enorme população pobre garante que os políticos progressistas se mantenham no poder através da promessa de redistribuição económica. No espaço de 15 anos é provável que comecemos a observar um forte declínio das taxas de natalidade e um afrouxamento das leis da imigração.

Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos:  Moderada

Estados Unidos da América

Algumas pessoas podem alegar que os EUA já estão a passar por um colapso cultural. Ela sempre foi uma cultura frágil devido às suas bases imigrantes, mas os imigrantes do passado (tais como os meus pais) rapidamente se adaptaram à cultura local como forma de gerar um sentimento de orgulho nacional em torno da ética do trabalho árduo e da partilha dos valores democráticos.

Mas isto está a ser rapidamente destruído à medida que a cultura ginocêntrica toma o seu lugar, com o seu foco em tendências, no homossexualismo, no multiculturalismo, e nos ataques aos homens. Os nativos passaram a ser pessoas que buscam o prazer, com pouca inclinação para a reprodução quando se encontram no momento mais alto da sua fertilidade.


Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Muito Elevada.

Inglaterra

Embora os EUA sempre tenham tido uma elevada quantidade de imigração. e desde logo, um sistema de integração, a Inglaterra é nova no jogo. Nos últimos 20 anos eles avançaram de forma acelerada os seus esforços de imigração. Uma visita a Londres irá confirmar que os nativos estão lentamente a passar a ser uma minoria, com as suas  icónicas cabines telefónicas vermelhas a serem deixadas em paz apenas por motivos turísticos.

Actualmente, cerca de 5% da população Inglesa é muçulmana. Em vez dela se aclimatizar, esta comunidade estrangeira está, na verdade, a ser bem sucedida em criar zonas onde impera a lei sharia. Enquanto isso decorre, a elite Inglesa está a enviar para a prisão os nativos Ingleses através do uso das leis contra o racismo. A Inglaterra teve uma bem sucedida história de imigração com a imigração Polaca, que rapidamente se adaptou à cultura Inglesa, mas abriu agora as portas a pessoas que não se querem integrar.

Suécia

A Suécia está a passar por uma situação imigracional semelhante à Inglaterra, mas eles têm uma mais elevada quantidade de vergonha própria e "culpa branca". Em vez de permitir a entrada de imigrantes que poderiam trabalhar dentro da economia Sueca, eles estão a encorajar a migração de requerentes de asilo que ficaram desamparados com a guerra. Estes imigrantes entram na Suécia e imediatamente recebem benefícios sociais. Em termos prácticos, a Suécia está a dar as boas vindas às pessoas menos economicamente produtivas do mundo.

Estes imigrantes pouco ou nada irão produzir em termos de benefícios económicos, e podem até piorar a economia Sueca. Os imigrantes estão a transformar algumas partes da Suécia, tais como a área Rosengard de Malmo, num guetto.

Probabilidade dum colapso cultural: Muito Elevada.
 
Polónia

Durante o meu ano e meio que fiquei na Polónia, vi um lento aumento do nível progressivismo moderado, do carreirismo junto das mulheres, do hedonismo e  da idolatria dos valores Ocidentais, especialmente daqueles valores que chegam da Inglaterra (local para onde foi uma larga percentagem da população Polaca em busca de trabalho).

Os Polacos mais jovens podem não agir de forma distinta dos seus pares Ocidentais no seu estilo de vida mais festivo, mas mesmo assim ainda existe uma ténue presença dos papéis sexuais. As mulheres em idade fértil estão em busca de relacionamentos e não de encontros românticos de uma noite só, mas o carreirismo está a causar a que elas adiem a formação de famílias. Isto coloca pressão descendente nas taxas de natalidade, que emana do facto de muitas mulheres em idade fértil imigrar para países tais como o Reino Unido, os Estados Unidos, dados que estão associados às incertezas económicas da transição para o capitalismo.

Como a "menos multicultural" nação Europeia, há já muito tempo que a Polónia hesita entre aceitar ou não aceitar imigrantes, mas recentemente ela mudou a sua filosofia e está a aceitar imigrantes. Diga-se em seu favor, que a Polónia está em busca de empresários do primeiro mundo, e não trabalhadores com baixa qualificação ou requerentes de asilo. O seu destino cultural será um desenvolvimento interessante nos anos que se seguem, mas o prognóstico será mais negativo desde que a sua população mais jovem continue desejosa de deixar a pátria.

Probabilidade do colapso cultural: Possível.

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A Polónia e a Rússia revelam as limitações da Teoria do Colapso Cultural visto que ela aplica-se melhor às nações do primeiro mundo com economias altamente desenvolvidas. Ambos os países têm taxas de natalidade baixas mas não devido aos mecanismos que já descrevi em cima (embora seja previsível que, se eles enveredarem pelo mesmo caminho ideológico que o Brasil, eles venham a testemunhar os mesmos resultados que se têm abatido sobre a Inglaterra e sobre a Suécia).

Há muitos caminhos que podem ser tomados para que se acabe numa destruição cultural, e as nações mais semelhantes irão gravitar rumo ao mesmo caminho - tal como os países Europeus do Leste estão a sofrer baixas taxas de natalidade devido à emigração em massa causada pela sua entrada na União Europeia.

Como Impedir um Colapso Cultural.

Preservar a taxa de natalidade da população nativa ao mesmo tempo que se impede que a elite permita a imigração de força laboral estrangeira é a forma mais eficaz de impedir um colapso cultural. Uma vez que o multiculturalismo é uma experiência sem eficácia comprovada, a cultura só pode ser preservada através dum grupo relativamente homogéneo onde os integrantes se identificam uns com os outros.

Quando essa homogeneidade entra em colapso, e o cidadão olha para a porta a lado e não vê uma pessoa com os mesmos valores que os seus, a cultura entra em colapso e em desespero à medida que a população nativa começa a perder o veículo comum da comunicação e da identidade.

Mal a percentagem da população imigrante atravessa um certo limiar (talvez os 15%), o declínio avança progressivamente e o colapso cultural tornar-se-á aparente para todos os observadores.

As políticas actuais de resolução das baixas taxas de natalidade através da imigração são medidas a curto prazo com consequências a longo prazo. Efectivamente, estas políticas nada mais são que prescrições-Cavalos-de-Tróia para uma destruição cultural irreversível. O estado deve-se prevenir de cair numa posição onde a imigração em massa é considerada a solução bloqueando as ideologias progressistas [Marxismo cultural] de ganhar poder dentro da cultura.

Uma das formas através da qual isto pode ser feito é através da promoção duma religião estatal que encoraja a família nuclear em vez de mães solteiras e do homossexualismo. No entanto, introduzir a religião como esteio da vida do cidadão numa era pós-iluminsmo pode ser impossível.

Temos que considerar a era científica como um traço evolutivo [sic] mal-adaptado da humanidade que a selecção natural irá punir de modo condizente (isto é, aqueles que são anti-religiosos e pró-ciência irão pura e simplesmente reproduzir em menor número). Deve também ser levado em consideração que, com a religião em declínio permanente, o colapso cultural pode ser uma certeza que certamente, e eventualmente, irá ocorrer em todas as nações desenvolvidas.

Afinal, parece que a religião era evolutivamente [sic] benéfica para a raça humana.

Outra solução possível é fomentar uma sociedade patriarcal onde os homens são provedores fortes. Se for encorajado o desenvolvimento de homens bem sucedidos que possuem habilidades indispensáveis, e desde logo recursos que as mulheres não têm, sempre irão existir mulheres abaixo da sua posição que querem casar e procriar com eles. Mas, por sua vez, se fomentarmos a produção de mulheres fortes, o casamento e a procriação dificilmente irão ocorrer em níveis acima da taxa de morte.

Tem sempre que existir um fosso entre os sexos, em favor dos homens, se por acaso é suposto que a procriação ocorra a taxas elevadas, ou então algo parecido à situação dos Estados Unidos irá acontecer, onde as mulheres urbanas não conseguem encontrar "bons homens" com quem dar início a uma família (isto é, homens que são significativamente mais bem sucedidos que elas). Em vez disso, elas ficam solteiras e estéreis, sendo ocasionalmente usadas por gigolôs para sexo casual excitante.

Um ponto que eu ignorei propositadamente é o efeito da tecnologia e do consumismo na diminuição das taxas de natalidade. De que forma é que os vídeogames, a Internet, e os smartphones contribuíram para o declínio das taxas de natalidade? Quão consequente é o consumismo Ocidental no atraso do casamento? Suspeito que isto tem um efeito amplificador e não um efeito causador. 

Se um pais está a progredir rumo ao modelo do colapso cultural, a tecnologia apenas irá apressar o colapso, mas dar acesso à Internet a um grupo de pessoas tradicionalmente religioso pode não causar a que eles mudem do dia para a noite. Serão necessárias mais pesquisas nestas áreas como forma de se poder falar com mais certeza.

Conclusão:

A primeira iteração de qualquer teoria está destinada a gerar mais questões que perguntas, mas espero que ao propor este modelo, se torne mais claro o porquê de algumas culturas parecerem tão rápidas em entrar em decadência enquanto outras exibem uma espécie de imunidade. 

Alguns países pode estar demasiado avançados no caminho errado de modo a serem salvos, mas espero que a informação aqui apresentada disponibilize aos leitores mais preocupados ideias de como proteger a sua própria cultura, permitindo que eles vejam como as ideias progressistas [Marxismo cultural] podem parecer inocentes e benignas superficialmente, mas que podem levar a um colapso claro da cultura da sua nação.


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Tal como dito várias vezes neste e em muitos outros´sítios antes deste blogue, no Ocidente, o Cristianismo é a única força organizada que pode resistir ao terrorismo cultural levado a cabo pelos marxistas culturais [isto é, pela elite Ocidental]. A Rússia de Putin está a "promover" os valores da Igreja Ortodoxa não porque Putin ou a elite Russa subitamente se tenha tornado "Cristã", mas sim porque eles já se aperceberam que o Cristianismo Ortodoxo é a mais poderosa força unificadora desta nação (tal como Estaline e os seus assassinos esquerdistas fizeram uma pausa na sua perseguição aos Cristãos durante a guerra contra a Nacional Socialista como forma de unificar os Russos).

A Teoria do Colapso Cultural de Daryush Valizadeh volta mais uma vez a reforçar a ideia de que todas as forças Ocidentais que militam de forma brava contra a influência e contra o poder Cristianismo estão a trabalhar para a destruição da cultura e valores desse pais - quer isto seja na Rússia, em Portugal ou nos Estados Unidos. Os agentes do Marxismo cultural assumem muitas formas e usam muitas máscaras (tal como os demónios), mas todos eles recebem ordens das mesmas forças, e todos eles têm em vista o mesmo propósito (conscientemente ou inconscientemente).

Por isso é que é dito com frequência que resistir à agenda feminista, ou à agenda homossexualista, ou à agenda das "minorias raciais", não é de maneira nenhuma ódio aos membros desses grupos específicos, mas sim uma guerra de resistência pela preservação da Civilização Cristã e pela preservação da nossa liberdade.

Numa altura em que até escritores não-Cristãos (como o autor deste texto)  já se aperceberam da importância do Cristianismo na preservação da Civilização Ocidental, é absolutamente irracional os Cristãos tentarem de alguma forma entrar em algum tipo de acordo com os agentes do Marxismo cultural (feministas, gayzistas, lideres de "minorias" raciais e religiosas) quando na verdade o propósito do Cristão tem que ser o de expor a sua agenda totalitária e destruir estes movimentos de ódio e de destruição cultural.
"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. 
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. 
Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo. 
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:1-7.

 

Fonte:http://omarxismocultural.blogspot.com/2015/07/a-teoria-do-colapso-cultural-os-7.html

 

 

A elite usa as mulheres para controlar os homens

Há uns ano atrás, na empresa onde eu trabalhava, só havia homens na minha secção. Como é normal em secções 100% masculinas, havia conversas e comportamentos que nunca seriam tidas ou executados na presença do patrão ou na presença duma mulher



Só que um dia, um dos colegas resolveu (talvez por acidente) agir dessa forma na presença do dono da empresa. O mesmo não gostou e disse uma coisa que toda a gente entendeu, mas sem saber bem o porquê:
Vocês querem que eu coloque uma mulher aqui no meio de vocês?
Basicamente o que o patrão estava a dizer é que ele conseguiria controlar o nosso comportamento durante a sua ausência bastando para isso colocar uma mulher no nosso meio; ele sabia que a presença duma mulher seria suficiente para reduzir ou alterar a expressão da nossa masculinidade.


O que este ex-patrão tencionava fazer (que, felizmente, nunca chegou a acontecer) é o que as elites um pouco por todo o lado fazem a nível nacional: destruir os locais 100% masculinos como forma de controlar os homens, e torná-los menos susceptíveis de fazer qualquer tipo de oposição às elites.


Normalmente, as mulheres não fazem oposição aos governos; isso é feito quase sempre por organizações masculinas. Como tal, é do interesse das elites (que controlam os governos) atacar a masculinidade, e consolidar o seu poder.


Um bom exemplo disso é imagem que se segue, que é uma junção de dois cartazes de recrutamento militar no Japão:


Fonte:http://omarxismocultural.blogspot.com/2017/11/a-elite-usa-as-mulheres-para-controlar.html

Como a classe operária frustrou os planos dos globalistas


Os esquimistas sempre foram muito bons em colocar as aulas sociais umas contras as outras . Mas as aulas operárias sempre se revelaram frustrantes para os propósitos socialistas de "guerra de classes" visto que a classe operária quer é emprego, segurança, estabilidade, e manutenção do seu estilo de vida (tanto ao nível cultural como religioso) - exatamente o contrário do que os globalistas endinheirados querem.


Os marxistas ( agentes do Poder internacionalista mas mascarados de "defensores do povo" ) ficaram particularmente perturbados quando, durante a Primeira Grande Guerra, as classes operárias da Europa escolheram lutar pelo Rei Financeiro e pelo País em vez de se levantarem contra os seus senhores.


De certa forma entendo-se o porquê dos marxistas, altura esta, não compreenderem até as verdadeiras motivações da classe operária: o pai do marxismo, Moses Mordecai Marx Levy, mais conhecido como Karl Marx, trabalhou durante a sua vida adulta.



Durante a década de 20 do passado, o marxista italiano Antonio Gramsci veio com a ideia duma nova forma de revolução do século - uma fundamentada na cultura e não na classe . 


Segundo Gramsci, o motivo pelo qual o proletariado falhou em se emancipar prendia-se com fato de ideias antigas e conservadoras tais como lealdade ao país, valores familiares, e Cristianismo, terem poder também junto das comunidades operárias.


Se por acaso isto vos soa familiar e vos faz lembrar discursos recentes de políticos ou membros da elite cultural a apelaram para uma sociedade mais "aberta" (menos nacionalista), com valores familiares mais "tolerantes" (isto é, mais anti-família) para além de terem apelado também para uma maior "diversidade religiosa" (isto é, menos cristã) é porque, atualmente, essa linha de pensamento é a dominante junto da classe política da maioria dos países ocidentais.


Gramsci alegou que, como precursor da revolução, as antigas tradições do Ocidente - ou, como ele as identificou, a "hegemonia cultural" - foram destruídas sistematicamente. Para levar isto a cabo, Gramsci alegou que os intelectuais do "proletariado" deveriam dedicar-se a colocar em causa o domínio do tradicionalismo na educação e nas média, e criarem, desta forma, uma nova cultura revolucionária.


Se por acaso alguma vez te questionaste do porquê teres que te submetias a "estudos de diversidade" ou "estudos de género", ou do porquê teres que contém a tua aversão natural perante a destruição das instituições que os teus pensamentos tão arduamente construíram, ou do porquê os teus professores universitários têm um ódio infernal pela civilização ocidental, então dezenas aí o porquê: eles nada mais são que agentes de destruição, revolucionários sem AK-47 (por enquanto).


Durante a década de 50 e 60 um grupo de académicos Judeus, conhecido como " A Escola de Frankfurt" e fugidos do anti-semitismo da Nacional Socialista,, uniu a ideia Gramsciana de revolução cultural com a ideia duma nova vanguarda revolucionária, uma composta por estudantes, feministas, e minorias - muitos dos quais, e devido ao seu comportamento ou ao seu sistema de crenças, se sentiam excluídas do mainstream da cultura ocidental e que, consequentemente, tentavam mudar.


As ideias e as atitudes destes intelectuais iriam-se tornar nos fundamentos da maioria das revoluções culturais dos anos 60, e da consequente transformação da Esquerda.


Conclusão:


Ainda existem pessoas no ocidente que se encontram "chocadas" e "horrorizadas" com a decadência acelerada da que foi até poucos séculos uma civilização próspera, e moralmente estável. Mas se elas olharem para a decadência do ocidente como fases dum plano, é certo que elas deixem de ficar chocadas e horrorizadas

Como o feminismo destrói a beleza feminina

Já foi observado por várias pessoas que as mulheres feministas são, em média, menos atraente que as mulheres normais. A pergunta que ainda pode ficar por responder é se isto acontece por acaso ou por design. O editor do blogue é de opinião que a segunda opção está mais de acordo com as evidências disponíveis.


Cabeça semi-rapada é aviso para se ficar o mais longe possível dela.



























A auto-destruição da mulher ocidental avança tal como planeado.

O fascismo tem origem no marxismo

Se acham que o fascismo não tem origens marxistas, façam o favor de desmentir as provas que apresento nos meus romances.


Por José Rodrigues dos Santos


A minha afirmação de que o fascismo tem origens marxistas parece ter incomodado algumas almas, incluindo políticos que, à falta de melhores argumentos, recorreram ao insulto baixo. Nada de surpreendente, até porque reconheço que a afirmação contradiz ideias feitas e por isso precisa de ser fundamentada – o que é feito ao pormenor em As Flores de Lótus e em O Pavilhão Púrpura. Para quem preferir ficar-se pela rama, deixo aqui as ideias essenciais da viagem do marxismo até ao fascismo.


O marxismo surgiu num contexto de cientifismo. Newton tinha descoberto as leis da física e Darwin as da selecção natural. Indo no encalço desses dois vultos, e também de Hegel, Marx e Engels anunciaram que haviam descoberto as leis da história. Tal como as leis da física e da biologia, ambos concluíram que as leis da história eram deterministas e independentes da vontade humana.


E que leis eram essas? Eram as do determinismo histórico, estudadas pela sua nova ciência, o socialismo científico (tão científico, na sua opinião, quanto a física de Newton e a biologia de Darwin). A ideia era simples: ao feudalismo sucede-se o capitalismo, cujas contradições levarão inevitavelmente os proletários à revolução que conduzirá ao comunismo. Nesta visão a história é teleológica e determinista. Não é preciso ninguém fazer nada, pois a revolução do proletariado é inevitável.


Os anos passaram e não ocorreu nenhuma revolução, o que contradizia a teoria marxista. Como explicar isto? Surgiram duas teses revisionistas. A primeira, do marxista alemão Bernstein, foi a de que afinal o capitalismo não ia acabar, o operariado até estava a melhorar o seu nível de vida e o socialismo podia perfeitamente adaptar-se ao capitalismo. Esta corrente cresceu no SPD alemão e acabou na social-democracia como a conhecemos hoje em dia.



A segunda tese teve origem no marxista francês Georges Sorel. Numa obra tremendamente influente, Refléxions sur la violence, Sorel concluiu que a revolução não era inevitável nem seria espontânea. Teria de ser provocada. Como? Usando uma elite para guiar o proletariado e recorrendo à violência. Seria a violência que desencadearia a revolução.


Foi o marxismo soreliano que conduziu ao bolchevismo e ao fascismo. Lenine leu Sorel e apropriou-se dos conceitos revisionistas da elite, a famosa “vanguarda”, e do uso da violência. O mesmo Sorel foi lido com atenção em Itália, em particular pelos sindicalistas revolucionários, marxistas que adotaram a greve e a violência como formas de desencadear a revolução.


Em paralelo, um marxista austríaco, Otto Bauer, notou que no Império Austro-Húngaro os operários húngaros mostravam sentimentos de solidariedade mais fortes para com os burgueses húngaros do que para com os operários austríacos. Embora o marxismo fosse uma corrente internacionalista, Bauer buscou legitimidade nalgumas afirmações nacionalistas de Marx e Engels para lançar uma nova ideia revisionista. Concluiu ele que o comportamento dos operários húngaros mostrava que o sentimento de nação era afinal mais poderoso do que o sentimento de classe. O nacionalismo era revolucionário, argumentou, pois galvanizaria o proletariado para a revolução.


Esta ideia entrou em Itália pela pena de um marxista italiano de origem alemã, Roberto Michels, e influenciou os sindicalistas revolucionários italianos. Estes, contudo, enfrentaram a ortodoxia dos restantes marxistas, incluindo Benito Mussolini, o diretor do órgão oficial do partido socialista italiano, o Avanti!


Acontece que em 1911 ocorreu um acontecimento que iria abalar as convicções ortodoxas de Mussolini: a guerra ítalo-otomana pela Tripolitania. Mussolini opôs-se a essa guerra, mas ficou atónito com a reação do proletariado italiano, que exultava com as vitórias de Itália. Michels e os sindicalistas tinham razão!, concluiu Mussolini. As pessoas estão afinal mais dispostas a morrer pela sua pátria do que pela sua classe.


Quando a Grande Guerra começou, em 1914, ocorreu uma cisão no movimento socialista. A Segunda Internacional tinha determinado que os operários dos diferentes países não entrariam em guerra uns contra os outros, mas na hora da verdade os socialistas alemães, franceses e britânicos apoiaram a guerra. Apenas os bolcheviques russos e os socialistas italianos se opuseram.~




O problema é que nem todos os socialistas italianos estavam de acordo. Os sindicalistas revolucionários queriam a entrada de Itália na guerra porque achavam que ela seria o forno onde se forjaria o sentimento nacional dos italianos, cujo país era novo e buscava ainda a sua identidade, e que seria o sentimento de nação que uniria o proletariado italiano e desencadearia a revolução. Ou seja, a guerra derrubaria o capitalismo.


Mussolini começou por manter a linha do partido e opôs-se à entrada de Itália na guerra, mas depressa deu razão aos sindicalistas e defendeu que os socialistas italianos deveriam seguir o exemplo dos socialistas alemães, franceses e britânicos e apoiar a guerra. Esta mudança de posição valeu-lhe a expulsão do partido.


Os sindicalistas revolucionários italianos, incluindo Mussolini, fizeram então a guerra – uma posição perfeitamente em linha com a de outros marxistas europeus, incluindo os do SPD alemão. Quando o conflito terminou, os sindicalistas marxistas italianos pró-guerra regressaram a casa mas foram antagonizados pelos marxistas italianos anti-guerra. Em conflito com estes, os marxistas pró-guerra fundaram o movimento fascista, com reivindicações como o salário mínimo, o horário laboral de oito horas, o direito de voto para as mulheres, a participação dos trabalhadores na gestão das fábricas, a reforma aos 55 anos e a confiscação dos bens das congregações religiosas. Serei só eu a notar que estas reivindicações fascistas têm origem marxista?



O seu pensamento foi entretanto evoluindo. Recorde-se que Marx e Engels consideravam que o capitalismo era uma fase necessária e imprescindível da história humana e que sem capitalismo nunca haveria comunismo. Os bolcheviques renegaram esta parte do marxismo quando preconizaram que na Rússia era possível passar diretamente de uma sociedade feudal para o comunismo, mas neste ponto os fascistas mantiveram-se marxistas ortodoxos ao aceitar que o capitalismo teria mesmo de ser temporariamente cultivado em Itália.


Noutros pontos os fascistas desviaram-se da ortodoxia marxista. Por exemplo, aproximaram-se do revisionismo bolchevista quando abraçaram a ideia soreliana da violência provocada por uma vanguarda e afastaram-se do marxismo e do bolchevismo quando aderiram à ideia baueriana de que o sentimento de nação era para o proletariado mais galvanizador do que o sentimento de classe. Isto levou-os a dizer que a luta de classes não se aplicava a Itália porque esta era já uma nação proletária explorada pelas nações capitalistas. A luta de classes apenas iria dividir a nação proletária, pelo que em vez de conflitualidade deveria haver cooperação entre classes. O chamado corporativismo.


O seu pensamento continuou a evoluir, sobretudo em consequência do Bienio Rosso, altura em que os comunistas italianos lançaram uma campanha de ocupação selvagem de fábricas e de propriedades rurais. Estes eventos levaram os fascistas a afastarem-se mais do marxismo, pois entendiam que estas ações enfraqueciam a nação, que designavam de “classe das classes”, ao ponto de começarem a proclamar-se anti-marxistas. Convém no entanto recordar que Mussolini esclareceu que o fascismo objetava ao marxismo não por este ser socialista, mas por ser anti-nacional.


udo isto está explicado, com muito mais pormenor, em As Flores de Lótus e O Pavilhão Púrpura, e curiosamente nada disto foi desmentido por ninguém. Os meus críticos limitaram-se a constatar que os fascistas se descreviam como anti-marxistas – e assim foi a partir de certo ponto. Mas isso nada me desmente porque nunca disse que os fascistas, na sua fase já amadurecida, eram marxistas. O que eu disse, e repito, é que o fascismo é um movimento de origem marxista – o que é verdade.


Se acham que o fascismo não tem origens marxistas, façam o favor de desmentir as provas que apresento nos dois romances. E, já agora, aproveitem também para desmentir que o fascismo alemão se designava nacional-socialismo. Como acham que a palavra socialismo foi ali parar? Por acaso?


25 curiosidades sobre o seriado Chaves e seus atores



1. No dia 20 de junho de 1971 foi ao ar o primeiro episódio de Chaves, no México. Nesta época, Chaves era apenas um quadro do programa ‘Chespirito’.

2. Em 1974, Maria Antonieta de las Nieves, que interpretava Chiquinha, teve que se afastar do seriado, porque estava grávida. Na trama, foi inventada a desculpa que a personagem tinha ido morar com tias no interior.

3. No início da série, os personagens não tinham suas características clássicas. Seu Madruga não era pai da Chiquinha. Ele morava na casa da Dona Florinda e vendia balões. O sr. Barriga não era dono da vila, era apenas zelador e Dona Florinda não usava bóbis.

4. No fim de 1978, Carlos Villagrán, que vivia Quico, decidiu sair do elenco para ser astro de seriado na Venezuela. Os últimos episódios com o personagem são os da viagem a Acapulco.



5. A canção “Boa Noite Vizinhança”, tocada no episódio de Acapulco, é uma homenagem ao ator Carlos Villagrán, que estava deixando a série. Ela foi composta por Roberto Gómez Bolaños, intérprete de Chaves e criador do seriado.

6. No episódio “Vamos ao Cinema”, Florinda diz que Quico vai morar com uma madrinha rica. A história se tratava de uma desculpa para justificar a saída de Carlos Villagrán.

7. Em 1979, Rámon Váldez, o Seu Madruga, recebeu uma proposta para ir trabalhar no mesmo seriado de Quico. Bolaños criou o restaurante da Dona Florinda para preencher os desfalques. Em 1981, entretanto, Seu Madruga retorna e fica na série até 1983.

8. No fim da década de 80 até 1992, a série voltou a ser apenas um quadro do programa ‘Chespirito’. No Brasil, levava o nome de ‘Clube do Chaves’.

9. O endereço do sr. Barriga é a Rua Baleia, esquina com a rua Cachalote, na vila dos Elefantes.

10. A Bruxa do 71 levou esse apelido pois a atriz, Angelines Fernandez, começou a trabalhar com Roberto Gómez Bolaños em 1971. Quando Chaves passou a ser uma série, colocaram 71 como número do apartamento para que o nome fizesse sentido.

11. O curioso local onde nasceu o carteiro Jaiminho, Tangamandápio, realmente existe. Não se trata de uma cidade, mas sim de um vilarejo localizado na cidade de Cuernavaca, no México.

12. Na década de 90, correu um forte boato na imprensa brasileira afirmando que os atores do Chaves teriam morrido em um acidente de avião. Esse acidente jamais ocorreu.

13. Angelines, que interpretava dona Clotilde, faleceu em 1994, com câncer no pulmão. A atriz, que morreu por conta do fumo, era melhor amiga de María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha.


14. Edgar Vivar, que vivia Seu Barriga, foi médico antes de ser ator.

15. María Antonieta se casou por volta de 1972 com Gabriel Fernandez, produtor de televisão. Ele era responsável pela locução do início do programa na versão mexicana que dizia: “este é o programa número um da televisão humorística”.

16. Em 1978, Florinda e Roberto Bolaños começaram a namorar, depois de uma viagem que fizeram ao Chile.

17. Bolaños e Florinda Meza se casaram na Cidade do México no dia 19 de novembro de 2004, após mais de 25 anos de união não-oficial.

18. Antes de se casar com Bolaños, Florinda teve um romance com Carlos Villagrán, o Quico. Dizem que, por conta disso, os dois se mantiveram afastados por mais de vinte anos.

19. Rubén Aguirre Fuentes, que interpretava o eterno pretendente de Florinda, o professor Girafales, está pesando cerca de 130 kg por conta de um medicamento tomado para curar um problema que tinha na perna há alguns anos.

20. O ator Horácio Bolaños, que interpretava Godiñez, era irmão de Roberto Gómez Bolaños, o Chaves. Ele faleceu em 21 de novembro de 1999, vítima de um infarto.

21. O nome original de Chaves é ‘el chavo’, que, em espanhol significa “moleque”, “menino”. Na hora de traduzir para o português, esse termo não existia, então o personagem passou a se chamar Chaves na dublagem brasileira.

22. A música que toca toda vez que dona Florinda e professor Girafales se encontram é ‘Tema de Tara’, trilha sonora original do filme ‘E o Vento Levou’.

23. Desde 1995, María Antonieta de las Nieves tem os direitos sobre a personagem Chiquinha, depois que Bolaños esqueceu de renová-los por engano. O diretor, criador e roteirista não pode vender a imagem da personagem para a fabricação de bonecos ou mesmo incluí-lo no desenho animado inspirado no programa de TV.



24. María Antonieta de las Nieves afirmou em entrevista que Bolaños continua a insistir na disputa judicial para recuperar os direitos sobre Chiquinha. A atriz diz não ter mais “forças” para brigar. O filho de Bolaños desmente que exista novo processo.

25. Em uma entrevista, a atriz que interpreta Chiquinha afirmou que o pré-infarto que sofreu em 2002 se deveu em parte por essa briga judicial entre ela e Bolaños.



Quais são as principais monarquias atuais?



A monarquia é o sistema de governo mais antigo do mundo. Mas você sabia que existem muitos países que ainda o adotam, em diferentes versões?


Neste post, vamos entender quais foram os primeiros regimes, as diferenças entre o modelo absolutista e o parlamentarista e algumas das principais monarquias atuais em vigor neste momento.

Reis, rainhas, príncipes, princesas, tramas e conspirações para herdar o trono do reino, se todos esses elementos soarem familiar e até corriqueiro para você, não é à toa.

As monarquias são uma forma de governo que perpassou toda a História da civilização, tanto no Ocidente como no Oriente.

As monarquias atuais, apesar de profundamente limitadas em termos de poder político, continuam a exercer influência e seus membros são pessoas públicas de destaque em seus países e algumas vezes em todo o mundo.

Você acha que essa forma de governo caiu em desuso? Será que são poucos ou muitos os regimes monárquicos ainda existentes em pleno século 21? O que é afinal de contas uma Monarquia e quais as suas variações? É o que vamos descobrir agora.
7 monarquias atuais

A monarquia é o sistema de governo mais antigo do mundo. Com o passar do tempo, as monarquias absolutistas foram deixadas de lado, em prol de regimes parlamentaristas, regidas por uma constituição.

Veja sete delas em vigor em todo o planeta:
A monarquia no Reino Unido

Talvez a mais famosa monarquia atual seja a do Reino Unido. Personificada na figura da Rainha Elizabeth II, também chamada no Brasil de Isabel II, a monarquia britânica remonta ao século 10 da Idade Média, sendo que anteriormente já havia nas ilhas britânicas sistemas monárquicos descentralizados.

Foi em 1066, com a conquista e unificação dos Reinos Anglo-Saxões por Guilherme, O conquistador, que a Monarquia Britânica centralizada na figura do Rei de fato começou.

A Dinastia Normanda foi a primeira que governou os Reinos Saxões. Atualmente é a Dinastia de Windsor, sediada no Castelo de Windsor, localizado na cidade de mesmo nome, que dá continuidade à milenar forma de governo do Reino Unido.

Trata-se de uma Monarquia Parlamentarista, na qual a Rainha Isabel II é Chefe de Estado mas o poder político e de governo de fato é exercido pelo Primeiro-Ministro e com aprovação do Parlamento do Reino Unido, este o órgão de maior poder. O atual Primeiro-Ministro do Reino Unido é Theresa May, que substituiu David Cameron após o referendo conhecido no mundo todo como Brexit.
A monarquia na Espanha

A Espanha também é uma Monarquia Parlamentarista. Sua origem está na própria formação da Espanha unificada nos séculos 14 e 15. Em 2014 o então Rei Carlos I abdicou do trono depois de 39 anos no poder, sendo que o atual monarca Espanhol é o Rei Felipe VI, antigo Príncipe das Astúrias.

A Monarquia Espanhola foi interrompida em três momentos da história desse país, foram eles:Primeira República (1873-1874)Segunda República (1931-1939)Regime Franquista (1939-1975)

Após a queda de Franco em 1975, o Rei Carlos I assumiu o poder e decidiu por criar uma constituição democrática, dando origem ao atual regime de Monarquia constitucional parlamentarista.
A monarquia nos Países Baixos

Mais um país desenvolvido da Europa também adota o sistema de Monarquia Constitucional. Os Países Baixos fundaram a sua Monarquia constitucional em 1815. O Rei Holandês é presidente do Conselho de Estado e possui vários direitos e deveres atribuídos a ele pela constituição do país.

A Holanda adota um sistema bicameral de parlamento, que é quem determina a política de governo em si. O atual monarca é Guilherme Alexandre, da Casa de Orange-Nassau. O atual Rei Holandês assumiu após a abdicação de sua mãe, a Rainha Beatriz em 2013.
A monarquia na Jordânia

O Reino Hachemita da Jordânia, é a primeira Monarquia Constitucional do oriente que vamos abordar aqui. Provavelmente você deve conhecer esse país pelo nome de Jordânia apenas.

O Rei da Jordânia, atualmente Abdullah II, sucessor de Abdullah I, fundador da Monarquia constitucional do país com a instituição da constituição de 1952, possui poderes um pouco mais fortes do que os monarcas europeus. Apesar de regulado pela constituição como todo sistema Monárquico Constitucional, O Rei é quem exerce o Poder Executivo.

Ele pode executar e vetar as leis aprovadas no Parlamento (atualmente o parlamento pode anular o veto do Rei por meio de uma votação com mais de dois terços de seus membros).

O rei também tem a prerrogativa de suspender ou dissolver o parlamento e diminuir ou aumentar o prazo de sessão.Ainda, é o Rei quem nomeia e pode exonerar os juízes do país, fazendo isso por meio de decreto.
A monarquia Saudita

O mais rico Estado do Oriente Médio e um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a Arábia Saudita também possui um regime de Monarquia. Mas aqui a coisa é um pouco diferente do que acontece na Europa.

O Rei Saudita, além de chefe de Estado, é também o primeiro-ministro do país, ou seja, ele tem os cargos de Chefe de Estado e Chefe de Governo, algo raro nos dias de hoje e que dá ao atual Rei Salman Al Saud um forte poder político e influência geopolítica.

Outra curiosidade da Arábia Saudita é que o príncipe herdeiro é também o vice primeiro-ministro, isto é, na ausência do rei ou em casos em que ele não possa exercer o poder, é o príncipe quem toma as rédeas da política Saudita.

A monarquia Saudita começou em 1902, quando o Rei Ibn Saud, fundador da atual Dinastia, conquistou as principais cidades e territórios da península arábica e unificou o País.

O atual monarca está no poder desde 1935! Já imaginou ser o Chefe de Governo e de Estado de uma nação tão grande e complexa por mais de 80 anos? Não de ser lá coisa muito fácil.
A monarquia Sueca

A Suécia é conhecida pelos seus altos índices de desenvolvimento humano, pelos livros de Knut Hamsun e Jostein Gaarder e por ser a terra natal de um dos maiores diretores de Cinema da História – Ingmar Bergman.

Mas uma coisa que você talvez não saiba sobre esse interessante país é que se trata de um reino, o Reino da Suécia, governado desde 1810 por monarcas descendentes da Casa de Bernadotte.

Trata-se de uma monarquia constitucional, uma das mais antigas do mundo, com relatos de reinos que datam desde o século 1.

O Rei Eric, o Vitorioso, que reinou no século 10 é considerado o primeiro Rei da Suécia pois até o seu Reinado os relatos anteriores são baseados em sagas e histórias controversas sobre a história antiga dos povos nórdicos e germânicos, frequentemente mencionando mitos e histórias do folclore local.

O atual Rei Sueco é Carlos Gustavo XVI, sétimo monarca da casa de Bernadotte. Na Suécia o papel do Rei é muito limitado. Apesar de ser o mais alto cargo do serviço público, ele possui atribuições basicamente cerimoniais e representativas.
A monarquia na Bélgica

Último país Europeu de nossa lista, a Bélgica é um pequeno território com influências culturais muito grandes da França, Holanda e Alemanha.

A Monarquia do país é constitucional e o rei da Bélgica, atualmente o Rei Philippe, possui apenas funções simbólicas e representativas.

Muitas vezes, apesar de não possuir poder político mas por ser uma personalidade pública de muita influência, o Rei acaba por desempenhar um papel importante em debates nacionais e na manutenção da unidade social do país. O atual monarca herdou o trono de seu pai após sua abdicação em 2013.

A Monarquia Belga é recente. Foi em 1830, quando o país se tornou independente que foi adotado o sistema de Monarquia Constitucional.

O sistema foi escolhido por meio de votação no Congresso Nacional, por 174 votos à favor e apenas 3 contra. O primeiro Rei Belga foi Leopoldo I, que reinou até 1865.
A Monarquia Japonesa

Para fechar nossa lista de Monarquias atuais, temos um representante da Ásia. Nada mais nada menos do que o Japão.

Você deve se lembrar de algum filme da segunda guerra mundial em que o Imperador Japonês transmite ao povo a rendição e fim da guerra pelo rádio. Não lembra?

O que muita gente não sabe é que mesmo após a derrota na segunda grande guerra, o Japão continuou uma Monarquia Constitucional e o Imperador passou a desempenhar um papel simbólico importante.

No japão o Imperador é nome usado para o monarca. Durante muitos séculos, a figura do Imperador teve forte cunho religioso e foi mesmo vista como interface entre o povo japonês e o poder divino.

Ao contrário das Monarquias Europeias, por muitos séculos o Imperador Japonês não possuía atribuições de comandante militar.

Atualmente o monarca da Terra do Sol Nascente é o Imperador Akihito, que assumiu o trono em 1989, sucedendo seu pai Hirohito, mais conhecido como Imperador Showa. O monarca Japonês não possui poderes políticos e desempenha funções meramente cerimoniais e simbólicas.
O que é Monarquia

O principal elemento de uma monarquia é a existência de um monarca investido do cargo de Chefe de Estado e, em alguns casos, também Chefe de Governo.

Essa diferença é muito importante e está no cerne da diferença entre Monarquias absolutas e parlamentaristas ou constitucionais que veremos mais à frente.

Numa Monarquia, o cargo de Chefe de Estado é exercido pelo monarca, também chamado de Rei ou Rainha. O cargo é transmitido por via hereditária, isto é, os descendentes do Rei é quem serão os próximos monarcas, de acordo com regras de sucessão real.

As únicas forma de o monarca deixar o cargo de Chefe de Estado é quando da sua morte ou pela abdicação do trono.

Quando a Família Real não deixa herdeiros diretos para a sucessão do trono, pode haver eleições para escolher uma nova Dinastia (família real) que dará continuidade à Monarquia.

Assim acontecia em Portugal, por exemplo, em que a Dinastia de Avis foi eleita pelas Cortes em 1385 e a Dinastia dos Habsburgo nas Cortes de 1580 (as Cortes eram assembleias políticas de caráter consultivo e deliberativo convocadas pelos Reis ou nome deles).

Os poderes dos monarca foram ilimitados por pouco tempo. Atualmente a larga maioria das Monarquias são regimes constitucionais em que o poder do monarca é apenas representativo e não governativo.
Monarquias absolutas e parlamentaristas

Os dois tipos principais de monarquia são a absolutista e a parlamentarista. Os nomes são bem sugestivos e pelas explicações das seções anteriores você já deve ter uma ideia da principal diferença entre as duas. Mas vamos retomar esse ponto para ficar bem claro.

O ponto mais importante para entender a diferença entre as Monarquias tradicionais da Idade Moderna, na qual os Reis eram ditos possuírem poderes absolutos, das atuais Monarquias parlamentares baseadas em regimes constitucionais e democráticos, é a divisão entre os cargos de Chefe de Estado e Chefe de Governo:Chefe de Estado: É o mais alto representante de um Estado-Nação. Ele é o responsável por representar o país na diplomacia internacional no mais alto escalão, ratificar tratados e acordos com outros países e exercer as funções a ele atribuídas pela constituição, dessa forma, chefes de Estado de diferentes Estados podem possuir funções distintas. chefe de Estado não estabelece a política governativa do país, a não ser que acumule a função de chefe de governo.Chefe de Governo: È quem dita e estabelece a política interna e externa do país, colando as diretrizes e planos que de fato governam a vida política, econômica e social da nação. Nos regimes presidencialistas é eleito diretamente pela população, já em sistemas parlamentaristas, como as Monarquias europeias, é eleito pelo Parlamento.
O que é uma monarquia absolutista?

Monarquia absolutista é o nome dado às Monarquias da Idade Moderna Europeia, nas quais os Reis além de Chefe de Estado eram também Chefes de governo e tinham também poder em âmbito religioso. O Rei Luís 14, da França, mais conhecido como O Rei Sol, é o maior exemplo de monarca absolutista.

Segundo os defensores desse sistema, o poder do Rei emana do próprio poder divino, sendo o Rei a constituição do próprio Estado Nação.

Luis 14 disse uma frase que caracterizou toda a Monarquia Absolutista: “ O Estado sou Eu”. A frase sintetiza todo o espírito das Monarquias absolutistas de que o Rei é o líder de governo, de estado e religioso de um país.
O que é uma monarquia parlamentarista?

Já uma monarquia parlamentarista, como o próprio nome já diz, é um sistema no qual o rei desempenha um papel apenas de chefe de estado, muitas vezes cumprindo apenas deveres em cerimoniais e eventos oficiais e simbólicos. A maioria das Monarquias atuais pertencem a esse tipo de governo e o monarcas não possuem qualquer influência sobre a política econômica e diretrizes de Estado colocados pelo Parlamento
Monarquia no Brasil

Para fechar nossa texto sobre as Monarquias atuais, vamos relembrar que o Brasil também já teve o seu monarca. D. Pedro I e D. Pedro II foram os dois imperadores do Brasil durante o século 19 e fizeram parte da única parte da história do Brasil independente na qual os brasileiros tinham um monarca como chefe de estado.

A Monarquia Brasileira também foi do tipo constitucional (ou quase), tendo sido instituída logo após a independência em 1822 e consolidada na Constituição de 1824, que alçou D. Pedro I ao poder como primeiro monarca. A Família Imperial Brasileira descende diretamente da Casa de Bragança, de Portugal, e também com representantes da Casa de Habsburgo e Bourbon.

O Imperador Brasileiro era chefe de governo e também de estado, mas apesar disso o presidente do Conselho de Ministros era quem de fato exercia o papel de chefe de governo junto a um sistema multipartidário representado no parlamento.

A monarquia brasileira durou de 1822 até a fundação da Primeira República em 1889, um longo período no qual os brasileiros possuíam uma família real como chefe máximo de Estado. Você já imaginou como seria ter um rei? É um sistema que para nós parece muito diferente e muito ligado aos livros de história, mas a verdade é que as Monarquias e famílias reais continuam vivas ao redor do mundo e continuam a perpetuar seus herdeiros em dezenas de países.

E aí? Gostou de conhecer algumas das principais monarquias atuais e saber como funciona esse tipos de governo? Esperamos que tenha sido um texto rico. Volte sempre!

Fonte:https://mapadelondres.org/monarquias-atuais/