KJ Apa vai ser PAI! Conheça a namorada do ator de Riverdale, Clara Berry


 

KJ Apa, de “Riverdale”, estrelará drama sobre academia militar dos Estados Unidos


Agora há pouco, nesta quarta-feira (26), o Deadline revelou informações exclusivas sobre o próximo projeto cinematográfico de KJ Apa (“Riverdale”). O ator estrelará o drama “West Pointer” sob roteiro e direção de Rod Lurie.

Apa interpretará um jovem arrogante que se formou com prestígio no ensino médio. Ao longo da trama, o personagem precisará aprender a navegar e competir na histórica Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point.

O filme será baseado nas experiências do próprio Lurie, que se formou em 1984 pela Academia e serviu por quatro anos como oficial de armas de combate no exército estadunidense. Ele buscará permissão para filmar no campus.

Lurie também servirá de produtor ao lado de seu parceiro de longa data Marc Frydman, assim como Matt Luber e Mike Weber. Apa será o produtor executivo do projeto.

A data de estreia “West Pointer” ainda não foi anunciada.

Fonte:https://www.papelpop.com/

“Last Night in Soho”, novo filme de Edgar Wright, ganha trailer sinistro e intrigante


O primeiro trailer de “Last Night in Soho” já está entre nós! Ele foi liberado nesta terça-feira (25) pela Focus Features, trazendo Anya Taylor-Joy e Thomasin Harcourt McKenzie nos papéis principais.

A prévia é sinistra. Ela mostra uma jovem que misteriosamente consegue entrar na década de 1960, encontrando uma deslumbrante aspirante a cantora. Isso terá consequências sombrias que a personagem não poderia antecipar.

Quem recebe o crédito pela direção é Edgar Wright, conhecido por “Em Ritmo de Fuga” e “Scott Pilgrim Contra o Mundo”. Esse é o primeiro filme do cineasta desde o ano de 2017.

Dá uma olhada no que está por vir:

“Last Night in Soho” deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos em 22 de outubro.

Fonte:https://www.papelpop.com/

As consequências da covid-19, meses depois



Disfunção múltipla de órgãos e problemas psiquiátricos como ansiedade, transtornos de humor e insônia estão entre as ocorrências constatadas em prazo mais longo em estudos britânicos

Os efeitos de longo prazo da covid-19 tornam-se mais claros. Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, examinaram a ocorrência de 14 distúrbios neurológicos ou psiquiátricos em 236.379 pessoas seis meses após a confirmação do diagnóstico da covid-19. A taxa de prevalência de qualquer um dos problemas foi de 33,62% e de 46,42%, respectivamente, entre os que passaram por tratamento em unidades de terapia intensiva.

Os distúrbios psiquiátricos mais comuns foram ansiedade (17%), transtornos de humor (14%), abuso de substâncias (7%) e insônia (5%). Entre as doenças neurológicas, acidente vascular cerebral (2,1%), demência (0,7%) e hemorragia cerebral (0,6%) (Lancet Psychiatry, 6 de abril).

O que se sabe sobre a vacinação de grávidas contra a covid-19

Outro estudo de pesquisadores britânicos, com 47.780 pessoas que tiveram covid-19, registrou taxas maiores que na população em geral também de disfunção múltipla de órgãos, em todas as faixas de idade. Depois de uma média de 140 dias após o diagnóstico de covid-19, 30% dos indivíduos tiveram de ser novamente hospitalizados e 12% deles morreram. As taxas de doença respiratória, diabetes e doença cardiovascular foram, respectivamente, de 770, 127 e 126 para cada grupo de mil pessoas (British Medical Journal, 15 de março).

* Este artigo foi republicado do site Revista Pesquisa Fapesp sob uma licença Creative Commons CC-BY-NC-ND.


Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/as-consequencias-da-covid-19-meses-depois/ - Texto:Revista Pesquisa Fapesp* ed. 303 - Crédito: Léo Ramos Chaves

Por que você deve tomar uma vacina COVID-19 - mesmo se você já teve o coronavírus


Algumas semanas atrás, uma mensagem apareceu no canto da minha tela. “O que você acha das pessoas que recentemente tiveram COVID-19 para tomar a vacina?” Uma amiga minha era elegível para uma vacina COVID – 19, mas ela havia superado recentemente uma infecção com SARS – CoV – 2. Mais pessoas estão se tornando elegíveis para vacinas a cada semana - incluindo milhões de pessoas que já se recuperaram de uma infecção por coronavírus . Muitos estão se perguntando se precisam da vacina, especialmente pessoas que já foram infectadas.


Eu estudo as respostas imunológicas a infecções respiratórias , então recebo muitos desses tipos de perguntas. Uma pessoa pode desenvolver imunidade - a capacidade de resistir à infecção - por ser infectada por um vírus ou por receber uma vacina. No entanto, a proteção imunológica nem sempre é igual. A força da resposta imunológica, a duração da proteção e a variação da resposta imunológica entre as pessoas são muito diferentes entre a imunidade à vacina e a imunidade natural para SARS – CoV – 2. As vacinas COVID-19 oferecem imunidade mais segura e confiável do que a infecção natural.

A imunidade após a infecção é imprevisível

A imunidade vem da capacidade do sistema imunológico de se lembrar de uma infecção. Usando essa memória imunológica, o corpo saberá lutar se encontrar a doença novamente. Os anticorpos são proteínas que podem se ligar a um vírus e prevenir a infecção. As células T são células que direcionam a remoção de células infectadas e vírus já ligados por anticorpos. Esses dois são alguns dos principais atores que contribuem para a imunidade.

Após uma infecção por SARS-CoV-2, as respostas de anticorpos e células T de uma pessoa podem ser fortes o suficiente para fornecer proteção contra reinfecção . A pesquisa mostra que 91% das pessoas que desenvolvem anticorpos contra o coronavírus provavelmente não serão infectadas novamente por seis meses , mesmo após uma infecção leve . Pessoas que não apresentaram sintomas durante a infecção também têm probabilidade de desenvolver imunidade, embora tendam a produzir menos anticorpos do que aquelas que se sentiram doentes. Portanto, para algumas pessoas, a imunidade natural pode ser forte e duradoura.

O problema é que nem todos desenvolverão imunidade após uma infecção por SARS-CoV-2. Até 9% das pessoas infectadas não têm anticorpos detectáveis e até 7% das pessoas não têm células T que reconhecem o vírus 30 dias após a infecção.

Para as pessoas que desenvolvem imunidade, a força e a duração da proteção podem variar muito. Até 5% das pessoas podem perder sua proteção imunológica em alguns meses. Sem uma forte defesa imunológica, essas pessoas são suscetíveis à reinfecção pelo coronavírus. Alguns tiveram segundas crises de COVID – 19 logo um mês após a primeira infecção ; e, embora raro, algumas pessoas foram hospitalizadas ou até morreram .

Uma pessoa que é reinfectada também pode transmitir o coronavírus, mesmo sem sentir-se doente . Isso pode colocar em risco os entes queridos da pessoa.

E quanto às variantes? Até agora, não há dados concretos sobre as novas variantes do coronavírus e imunidade natural ou reinfecção, mas é certamente possível que a imunidade de uma infecção não seja tão forte contra a infecção com uma variante diferente.

A vacinação leva a uma proteção confiável

As vacinas COVID-19 geram respostas de anticorpos e células T - mas isso é muito mais forte e mais consistente do que a imunidade contra infecções naturais. Um estudo descobriu que quatro meses depois de receber a primeira dose da vacina Moderna, 100% das pessoas testadas tinham anticorpos contra a SARS-CoV-2 . Este é o período mais longo que foi estudado até agora. Em um estudo que examinou as vacinas Pfizer e Moderna, os níveis de anticorpos também foram muito mais elevados nas pessoas vacinadas do que nas que se recuperaram da infecção .

Melhor ainda, um estudo em Israel mostrou que a vacina Pfizer bloqueou 90% das infecções após ambas as doses - mesmo com uma variante presente na população. E uma diminuição nas infecções significa que as pessoas têm menos probabilidade de transmitir o vírus às pessoas ao seu redor.

As vacinas COVID-19 não são perfeitas, mas produzem fortes respostas de anticorpos e células T que oferecem um meio de proteção mais seguro e confiável do que a imunidade natural.

Infecção e vacinação juntas

À mensagem da minha amiga, respondi imediatamente que ela deveria tomar a vacina. Depois de ser vacinada, minha amiga ficaria confortável sabendo que ela tem imunidade eficaz e duradoura e menos chance de espalhar o coronavírus para seus amigos e familiares.



Mas surgiram mais boas notícias desde que enviei essa mensagem. Um novo estudo mostrou que a vacinação após a infecção produz seis vezes mais anticorpos do que uma vacina por si só. Isso não quer dizer que alguém deva tentar se infectar antes de ser vacinado - a imunidade à vacina por si só é mais do que forte o suficiente para fornecer proteção e os perigos de uma luta com COVID-19 superam em muito os benefícios. Mas quando meu amigo e muitos outros que já estavam infectados tomarem as vacinas, eles estarão bem protegidos.

A imunidade natural contra a infecção é simplesmente muito duvidosa diante de um vírus tão devastador. As vacinas COVID-19 atuais oferecem proteção incrivelmente forte e consistente para a grande maioria das pessoas. Portanto, para qualquer pessoa elegível, mesmo aqueles que já tiveram uma infecção por SARS-CoV-2, as vacinas COVID-19 oferecem imensos benefícios


Fonte: https://theconversation.com/why-you-should-get-a-covid-19-vaccine-even-if-youve-already-had-the-coronavirus-155712 - Autor Jennifer T. Grier - Professor Assistente Clínico de Imunologia, Universidade da Carolina do Sul

“As Meninas Superpoderosas”: episódio piloto da série live-action será retrabalhado


O episódio piloto de “Powerpuff”, a série live-action de “As Meninas Superpoderosas“, será regravado porque a CW solicitou alterações no projeto, segundo informações publicadas na última segunda-feira (24) pelo Deadline.

A ideia é que o seriado seja retrabalhado para que tenha mais uma chance ser aprovado pela emissora, tendo uma temporada completa encomendada antes que seja descartado.

Dove Cameron, Chloe Bennet e Yana Perrault seguem confirmadas como intérpretes de, respectivamente, Lindinha, Florzinha e Docinho. O ator Donald Faison também continua no elenco no papel do professor Utônio.

A produção deve acompanhar as Meninas Superpoderosas aos vinte anos, achando que desperdiçaram a infância para combater o crime. Apesar disso, elas terão que se unir para salvar o mundo diante de uma grande ameaça.

Fonte:https://www.papelpop.com/

NOVO COMEBACK DO NOW UNITED ESSA SEMANA? ANY ANTECIPOU ANIVERSÁRIO DE IRMÃ PARA VIAGEM?


 

Any Gabrielly Rolim Soares Biografia


Any Gabrielly Rolim Soares (Guarulhos, 9 de outubro de 2002) é uma cantora, dançarina, atriz, dubladora e modelo brasileira. Representa o Brasil no grupo internacional Now United. Seu trabalho mais conhecido foi dublando a versão brasileira da animação Moana, onde Any deu a voz a personagem-título. Participou também do seriado televisivo do canal Gloob Buuu - Um Chamado para a Aventura, como Chica.
Biografia

Any Gabrielly Rolim Soares tinha apenas seis anos de idade quando cantarolou as primeiras notas, entre uma brincadeira e outra, chamando a atenção da família, especialmente da tia Laura Carolinah. As óperas que o avô gostava de ouvir foram um convite para que Any tivesse seu interesse pela arte despertado, buscando enfim por estudos que apresentassem a ela o canto, a dança e a interpretação. Aos oito anos de idade, foi aprovada na Escola Municipal de Bailado de São Paulo, apresentando-se nos teatros Grande Otelo, Cacilda Becker e Teatro Municipal.

Ela, também, participou de algumas canções do Palavra Cantada.




No dia 14 de novembro de 2017, o nome de Any foi revelado como uma das integrantes, sendo a sexta até então. Em dezembro do mesmo ano, o grupo lança seu primeiro single, "Summer In The City".

Em Junho de 2019, foi lançado o clipe da música "Paraná", onde Any tem o maior destaque. E em Setembro do mesmo ano foi lançado nas plataformas digitais a canção "Legends", onde Any também tem o maior destaque, a canção tem uma versão em português chamada "Lendas", lançado em novembro de 2019 na véspera da Dreams Come True Tour.

Nome completo: Any Gabrielly Rolim

Nascimento: 09/10/2002 (15 anos), São Paulo, Brasil

Ocupação: Atriz, cantora, dançarina e dubladora.

Período em atividade: 2013 – Presente

Grupo musical: Now United (2017 – Presente)

CURIOSIDADES 

1 – Any não gosta de seu terceiro nome, “Rolim”. Por isso, artisticamente, é conhecida apenas como “Any Gabrielly”.

2 – Any odeia fígado de boi.

3 – Suas maiores inspirações são Beyoncé e Aretha Franklin.

4 – Sua viagem dos sonhos aconteceria na Grécia.

5 – Any gosta de doce de banana.

6 – Any gostava muito de macarrão instantâneo (miojo), até que um dia lhe fez mal.

7 – Any se restringe à usar apenas dois perfumes: Good Girl (Carolina Herrera) e Hypnotic Poison (Dior).

8 – Seu pijama favorito é qualquer camisa que fique grande em seu corpo.

9 – Any ama papinha de neném e Applesauce.

10 – Any é a única representante brasileira no Now United e canta grande parte da canção “Summer In The City”, se tornando uma verdadeira protagonista no Videoclipe.

11 – Any deu vida a personagem “Chica” no seriado “Buuu – Um Chamado Para A Aventura” (2015), exibido pelo canal por assinatura Gloob.

12 – Any é a dubladora da personagem Moana de “Moana – Um Mar de Aventuras”, animação da Disney lançada em 2016.

13 – Any deu vida a jovem Nala no musical “O Rei Leão”.

14 – A primeira série que Any assistiu foi Glee.

15 – Any dançou ballet por 5 anos e atualmente dança hip hop.

16 – Any tem astigmatismo, mas não usa óculos frequentemente pois não gosta da sua aparência com óculos.

17 – Any gosta de Doritos.

18 – Na escola, suas matérias favoritas são biologia e matemática.

19 – O número da sorte de Any é 9.

20 – A fruta favorita de Any é morango.

21 – Suas cores favoritas são vermelho e azul.

22 – Any adora ler e trocaria Netflix por uma boa história.

23 – Nada pode fazer Any sorrir mais que comida japonesa.

24 – Any ainda assiste “Os Jovens Titãs Em Ação”.

25 – Any tem uma irmã mais nova conhecida como Belinha e sua mãe se chama Priscila.

Fonte:Wikepedia e https://epicvirtualmagazine.blogspot.com/.

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“Loki”: novo teaser mostra dinâmica entre personagens de Tom Hiddleston e Owen Wilson

 



Neste domingo (23), dando continuidade à contagem regressiva para seu lançamento, “Loki” ganhou mais um teaser. Com apenas 30 segundos desta vez, a prévia serviu para mostrar cenas inéditas do Deus da Trapaça (Tom Hiddleston) e do Agente Mobius (Owen Wilson).

No novo vídeo, o foco está na preocupação com o tempo e no desenrolar da trama para a reviravolta final enquanto explora a dinâmica entre a dupla. “Eu sou Loki e estou sobrecarregado com um propósito glorioso”, diz o personagem-título. “Ele é muito arrogante”, rebate Mobius.

Confira:

A série acompanha as aventuras de Loki após “Vingadores: Ultimato” (2019). Ao ser capturado e sofrer as consequências da “quebra da linha temporal” por causa do Tesseract, ele precisa pagar por suas ações do presente e do passado.

Além de Hiddleston e Wilson, o elenco ainda conta com Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant. Todos eles estão sob a direção de Kate Herron.

“Loki” tem estreia marcada para 09 de junho na Disney+. A plataforma de streaming promete liberar os episódios semanalmente, sempre às quartas-feiras.

Fonte:https://www.papelpop.com/

Mais de 4 mil brasileiros foram detidos na fronteira em apenas um mês

Um agente do Departamento de Alfândega e Proteção de fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla...


 Um agente do Departamento de Alfândega e Proteção de fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês) próximo a ao muro, na divisa do Arizona com o México, viu pessoas descendo de um carro, no lado mexicano da estrada. Em seguida, dezenas de pessoas desceram a montanha, cruzaram uma parte do rio Colorado e por fim passaram por uma abertura aberta na cerca.

Os imigrantes concluíam a última etapa de sua jornada, que começou semanas ou meses atrás no Brasil, Cuba, Índia e Venezuela.

No caso do Brasil, o grupo de imigrantes deve voltar ao seu país de origem nesta semana, em avião fretado pela administração Biden.

“No Brasil nos disseram que o novo presidente iria facilitar a entrada e a necessidade de mão de obra nos EUA seria um fator importante para aceitação da entrada dos imigrantes”, disse o brasileiro Rodrigo Neto. Ele explicou que a pandemia encerrou o seu trabalho e o deixou endividado. “Não podia perder a oportunidade”, acrescentou.

Neto, que tem 55 anos de idade, fechou sua empresa de eletricista, vendeu seu carro e sobreviveu com suas economias. Como muitos no Brasil e em outros países devastados pela pandemia, ele não conseguiu obter visto para entrar legalmente nos Estados Unidos.

Diante disso, viajou para São Paulo, de onde seguiu até a Cidade do México. De lá, foi para Tijuana, onde um motorista recebeu o grupo e levou a para uma estrada em Alcoton, no México, onde foram deixados na manhã do dia 16.

Demorou cerca de 10 minutos do momento em que eles desceram do veículo e chagaram ao agente do CBP. Eles se entregaram na esperança de serem processados e liberados mediante um esquema conhecido como “cai-cai”.

Nos últimos meses, uma onda muito diferente de imigrantes chegou à fronteira, a qual o governo Biden não estava pronto: refugiados contaminados.

De acordo com dados oficiais divulgados na semana passada, 30% de todas as famílias encontradas na fronteira, em abril, eram de outros países que não o México. Eram do Brasil, Guatemala e Honduras.

Em abril do ano passado, esse número era de 7,5%.

Na fronteira entre Estados Unidos e México, agentes detiveram pessoas de mais de 160 países nos últimos meses, e a geografia está alinhada com a trajetória da maior catástrofe provocada pelo vírus.

Foram registrados mais de 12.500 equatorianos detidos em março, um aumento em relação a 3.568 em janeiro. Quase 4 mil brasileiros e mais 3.500 venezuelanos foram detidos.

Agentes do CBP encarregados do Setor de Yuma dizem que o número de imigrantes agora é muito maior do que a onda de centro-americanos que impulsionou algumas medidas drásticas para combater a imigração imposta pelo ex-presidente Donald Trump. Eles disseram que ficaram surpresos ao ver as distâncias percorridas por esses novos imigrantes.

“Muitas pessoas ao redor do mundo viram sua qualidade de vida piorar em seus países de origem. Não é à toa que eles escolheram viajar para os Estados Unidos”, disse Andrew Celly, chefe do Migration Policy

Mais de 4 mil brasileiros foram presos na fronteira em março
Brasileiros são capturados por câmeras ao atravessarem a fronteira

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