KJ Apa, de “Riverdale”, estrelará drama sobre academia militar dos Estados Unidos
Agora há pouco, nesta quarta-feira (26), o Deadline revelou informações exclusivas sobre o próximo projeto cinematográfico de KJ Apa (“Riverdale”). O ator estrelará o drama “West Pointer” sob roteiro e direção de Rod Lurie.
Apa interpretará um jovem arrogante que se formou com prestígio no ensino médio. Ao longo da trama, o personagem precisará aprender a navegar e competir na histórica Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point.
O filme será baseado nas experiências do próprio Lurie, que se formou em 1984 pela Academia e serviu por quatro anos como oficial de armas de combate no exército estadunidense. Ele buscará permissão para filmar no campus.
Lurie também servirá de produtor ao lado de seu parceiro de longa data Marc Frydman, assim como Matt Luber e Mike Weber. Apa será o produtor executivo do projeto.
A data de estreia “West Pointer” ainda não foi anunciada.
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“Last Night in Soho”, novo filme de Edgar Wright, ganha trailer sinistro e intrigante
O primeiro trailer de “Last Night in Soho” já está entre nós! Ele foi liberado nesta terça-feira (25) pela Focus Features, trazendo Anya Taylor-Joy e Thomasin Harcourt McKenzie nos papéis principais.
A prévia é sinistra. Ela mostra uma jovem que misteriosamente consegue entrar na década de 1960, encontrando uma deslumbrante aspirante a cantora. Isso terá consequências sombrias que a personagem não poderia antecipar.
Quem recebe o crédito pela direção é Edgar Wright, conhecido por “Em Ritmo de Fuga” e “Scott Pilgrim Contra o Mundo”. Esse é o primeiro filme do cineasta desde o ano de 2017.
Dá uma olhada no que está por vir:
“Last Night in Soho” deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos em 22 de outubro.
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As consequências da covid-19, meses depois
Por que você deve tomar uma vacina COVID-19 - mesmo se você já teve o coronavírus
“As Meninas Superpoderosas”: episódio piloto da série live-action será retrabalhado
O episódio piloto de “Powerpuff”, a série live-action de “As Meninas Superpoderosas“, será regravado porque a CW solicitou alterações no projeto, segundo informações publicadas na última segunda-feira (24) pelo Deadline.
A ideia é que o seriado seja retrabalhado para que tenha mais uma chance ser aprovado pela emissora, tendo uma temporada completa encomendada antes que seja descartado.
Dove Cameron, Chloe Bennet e Yana Perrault seguem confirmadas como intérpretes de, respectivamente, Lindinha, Florzinha e Docinho. O ator Donald Faison também continua no elenco no papel do professor Utônio.
A produção deve acompanhar as Meninas Superpoderosas aos vinte anos, achando que desperdiçaram a infância para combater o crime. Apesar disso, elas terão que se unir para salvar o mundo diante de uma grande ameaça.
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Any Gabrielly Rolim Soares Biografia
“Loki”: novo teaser mostra dinâmica entre personagens de Tom Hiddleston e Owen Wilson
No novo vídeo, o foco está na preocupação com o tempo e no desenrolar da trama para a reviravolta final enquanto explora a dinâmica entre a dupla. “Eu sou Loki e estou sobrecarregado com um propósito glorioso”, diz o personagem-título. “Ele é muito arrogante”, rebate Mobius.
Confira:
A série acompanha as aventuras de Loki após “Vingadores: Ultimato” (2019). Ao ser capturado e sofrer as consequências da “quebra da linha temporal” por causa do Tesseract, ele precisa pagar por suas ações do presente e do passado.
Além de Hiddleston e Wilson, o elenco ainda conta com Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant. Todos eles estão sob a direção de Kate Herron.
“Loki” tem estreia marcada para 09 de junho na Disney+. A plataforma de streaming promete liberar os episódios semanalmente, sempre às quartas-feiras.
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Mais de 4 mil brasileiros foram detidos na fronteira em apenas um mês
Um agente do Departamento de Alfândega e Proteção de fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla...
Um agente do Departamento de Alfândega e Proteção de fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês) próximo a ao muro, na divisa do Arizona com o México, viu pessoas descendo de um carro, no lado mexicano da estrada. Em seguida, dezenas de pessoas desceram a montanha, cruzaram uma parte do rio Colorado e por fim passaram por uma abertura aberta na cerca.
Os imigrantes concluíam a última etapa de sua jornada, que começou semanas ou meses atrás no Brasil, Cuba, Índia e Venezuela.
No caso do Brasil, o grupo de imigrantes deve voltar ao seu país de origem nesta semana, em avião fretado pela administração Biden.
“No Brasil nos disseram que o novo presidente iria facilitar a entrada e a necessidade de mão de obra nos EUA seria um fator importante para aceitação da entrada dos imigrantes”, disse o brasileiro Rodrigo Neto. Ele explicou que a pandemia encerrou o seu trabalho e o deixou endividado. “Não podia perder a oportunidade”, acrescentou.
Neto, que tem 55 anos de idade, fechou sua empresa de eletricista, vendeu seu carro e sobreviveu com suas economias. Como muitos no Brasil e em outros países devastados pela pandemia, ele não conseguiu obter visto para entrar legalmente nos Estados Unidos.
Diante disso, viajou para São Paulo, de onde seguiu até a Cidade do México. De lá, foi para Tijuana, onde um motorista recebeu o grupo e levou a para uma estrada em Alcoton, no México, onde foram deixados na manhã do dia 16.
Demorou cerca de 10 minutos do momento em que eles desceram do veículo e chagaram ao agente do CBP. Eles se entregaram na esperança de serem processados e liberados mediante um esquema conhecido como “cai-cai”.
Nos últimos meses, uma onda muito diferente de imigrantes chegou à fronteira, a qual o governo Biden não estava pronto: refugiados contaminados.
De acordo com dados oficiais divulgados na semana passada, 30% de todas as famílias encontradas na fronteira, em abril, eram de outros países que não o México. Eram do Brasil, Guatemala e Honduras.
Em abril do ano passado, esse número era de 7,5%.
Na fronteira entre Estados Unidos e México, agentes detiveram pessoas de mais de 160 países nos últimos meses, e a geografia está alinhada com a trajetória da maior catástrofe provocada pelo vírus.
Foram registrados mais de 12.500 equatorianos detidos em março, um aumento em relação a 3.568 em janeiro. Quase 4 mil brasileiros e mais 3.500 venezuelanos foram detidos.
Agentes do CBP encarregados do Setor de Yuma dizem que o número de imigrantes agora é muito maior do que a onda de centro-americanos que impulsionou algumas medidas drásticas para combater a imigração imposta pelo ex-presidente Donald Trump. Eles disseram que ficaram surpresos ao ver as distâncias percorridas por esses novos imigrantes.
“Muitas pessoas ao redor do mundo viram sua qualidade de vida piorar em seus países de origem. Não é à toa que eles escolheram viajar para os Estados Unidos”, disse Andrew Celly, chefe do Migration Policy


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